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sexta-feira, junho 10, 2011

Os Serviços Públicos no Brasil (em especial na minha querida Belo Horizonte)

Em frente da minha minha casa, na Rua Barão de Leopoldina, número 500, CEP 30.530-080 há dois anos tinha uma [arvore morta. A prefeitura avisada, todos os protocolos desses avisos bem guardadinhos aqui para evitar qualquer responsabilização de nossa parte, uma vez que é a prefeitura quem devia vir fazer a retirada da árvore.

Dois anos passaram e nem notícia de retirada de árvore nenhuma, outro dia, lá no parque municipal, uma árvore caiu e matou uma pessoa só porque a prefeitura não quis fazer um levantamento de quais árvores estavam saudáveis e quais não estavam.

Depois de ontem quando deu aquela chuvarada que deixou boa parte da cidade sem luz e muitas árvores no chão. Enfim eles vieram. retiraram a árvore, sem nenhum cuidado causando danos a minha casa, e pior deixaram  um pedaço de tronco que deve pesar mais ou menos uns 10 quilos pendurado na fiação elétrica.







E o pior, avisamos a prefeitura através do número de telefone 156, já diversas vezes nesse dia, esperando que algum atendente, tenha um pouco mais de discernimento, para saber que a responsabilidade por qualquer atitude nesse caso tem que ser sim da prefeitura que é quem deu causa ao risco e ao provável dano que dele decorrerá, mas não obtivemos qualquer sucesso. O tronco está lá, a qualquer momento pode cair, pode matar um ou mais de um. A rede elétrica ou telefônica ou de internet, TV a cabo sei lá tá pode se romper e a prefeitura, inclusive a ouvidoria (que disse que pode tomar uma providência entre 10 e 15 dias), só dá de ombros. 

A prefetura pediu que comunicássemos a concessionária de energia, número em que somos atendidos por uma secretária eletrônica que nos dá apenas quatro opções: 1-comunicar falta de energia 2- consultar débitos, 3-solicitar religação de energia e 4- repassar leitura do relógio.

Parabéns por sua prodigiosa equipe sr prefeito Márcio Lacerda.

quarta-feira, junho 08, 2011

Subjetiva


Publicado: Junho 4, 2011 por Daisy Carvalho em Crônicas no blog da dai


A Vida é Bela
Pessoas andam perguntando por que eu “parei de escrever”. Sem querer ser subjetiva, mas eu diria que quem nasce flertando com a literatura, mesmo dormindo, pratica lá sua arte. Eu disse arte? Parece pretensão. E é. Na internet conheci muitos bons escritores. Contistas, romancistas, poetas, cronistas (crônica é arte?). Graças a eles tantas vezes pus em xeque, o meu talento. Entretanto, escrever é uma compulsão que nasceu, não comigo, mas antes de mim. Meu primeiro conto – eu era criança – falava de coisas que não existiam na época, como sequestro e venda de drogas nas escolas. Uma amiga kardecista diria, e disse mesmo, que seria eu a reencarnação de algum escritor que não “cumprira sua missão literária”. Apazigua, mas não convence, com todo respeito. Era só criatividade mesmo.
O assunto deste post, definitivamente não é religião. Também não quero falar de mim.
Saudades. Este é o tema.
É um sentimento ingrato, sutil devorador de almas, não? Por exemplo, eu estava com saudades de escrver no meu bloguinho, saudades dos amigos virtuais. Saudades de mim aqui (eu de novo).
Muitas vezes, um dia chuvoso traz lembranças. Em outras, um retrato, um e-mail. Porém a mais trágica das saudades é aquela quando perdemos para sempre alguém que amamos. Tipo parente, amigo, um cachorro de treze anos. Um filho.
A morte (o assunto não é morte) é a beleza da vida em oposto. Quer dizer, a vida teria tanto valor se não existe a morte? O cristão diz que sim, que era para sermos eternos. De certa forma somos. Na lembrança de alguém, em um livro que deixamos escrito. Ou lá, no coração de Deus.
Saudades é o que vou sentir do meu último irmão que se foi semana passada. O primogênito de minha mãe que se despede deste mundinho. Diante da Eternidade tudo fica tão pequeno… Todavia, matar saudades pode ser fácil. É questão de escolha. Escolho ser feliz e viva! Celebrando todas as minhas experiências com a vida e com a morte. Ser alegre e ter esperanças. Ser eterna. Do meu jeito. Por isso jamais vou parar de escrever.
Para Augusto Cesar, meu primeiro crítico literário, in memorian.