Mostrando postagens com marcador PESSOAL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PESSOAL. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, junho 08, 2011

Subjetiva


Publicado: Junho 4, 2011 por Daisy Carvalho em Crônicas no blog da dai


A Vida é Bela
Pessoas andam perguntando por que eu “parei de escrever”. Sem querer ser subjetiva, mas eu diria que quem nasce flertando com a literatura, mesmo dormindo, pratica lá sua arte. Eu disse arte? Parece pretensão. E é. Na internet conheci muitos bons escritores. Contistas, romancistas, poetas, cronistas (crônica é arte?). Graças a eles tantas vezes pus em xeque, o meu talento. Entretanto, escrever é uma compulsão que nasceu, não comigo, mas antes de mim. Meu primeiro conto – eu era criança – falava de coisas que não existiam na época, como sequestro e venda de drogas nas escolas. Uma amiga kardecista diria, e disse mesmo, que seria eu a reencarnação de algum escritor que não “cumprira sua missão literária”. Apazigua, mas não convence, com todo respeito. Era só criatividade mesmo.
O assunto deste post, definitivamente não é religião. Também não quero falar de mim.
Saudades. Este é o tema.
É um sentimento ingrato, sutil devorador de almas, não? Por exemplo, eu estava com saudades de escrver no meu bloguinho, saudades dos amigos virtuais. Saudades de mim aqui (eu de novo).
Muitas vezes, um dia chuvoso traz lembranças. Em outras, um retrato, um e-mail. Porém a mais trágica das saudades é aquela quando perdemos para sempre alguém que amamos. Tipo parente, amigo, um cachorro de treze anos. Um filho.
A morte (o assunto não é morte) é a beleza da vida em oposto. Quer dizer, a vida teria tanto valor se não existe a morte? O cristão diz que sim, que era para sermos eternos. De certa forma somos. Na lembrança de alguém, em um livro que deixamos escrito. Ou lá, no coração de Deus.
Saudades é o que vou sentir do meu último irmão que se foi semana passada. O primogênito de minha mãe que se despede deste mundinho. Diante da Eternidade tudo fica tão pequeno… Todavia, matar saudades pode ser fácil. É questão de escolha. Escolho ser feliz e viva! Celebrando todas as minhas experiências com a vida e com a morte. Ser alegre e ter esperanças. Ser eterna. Do meu jeito. Por isso jamais vou parar de escrever.
Para Augusto Cesar, meu primeiro crítico literário, in memorian.


quinta-feira, abril 21, 2011

Meu Coração Partido

E enfim, hoje eu chorei. Chorei Litros. Lavei a alma. Ainda Não passou a dor. Mas já chorei. Eu podia estar relatando isso em tweets, mas não quero... porque além de tudo pretendo agora estar voltando as atividades aqui. Quero agradecer a todos todos todos os meus amigos, os do mundo real, e e os aqui do mundo digital, os que me ouviram... nesses momentos de dor de cotovelo, agravados pela dela depressao, e mesmo os que não o fizeram. Mas em muito especial, minha Queridíssima Ana Clara Souza Barros. E ao Chico Anysio que proporcionaram a catarse. Ainda não estou exatamente bem. Mas digo que ainda vou ficar. O suficiente pra desconstruir o mundo moderno e reconstrui-lo como Wonderfull World

domingo, abril 03, 2011

Saudade...



 
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus
— Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
................................
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
— Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
À sombra das bananeiras
Debaixo dos laranjais!

sábado, fevereiro 05, 2011

Uma Verdade a respeito das escolhas


por  Anarcoplayba  no http://anarcoblog.wordpress.com/ Post em resposta a Comment nunca é algo legal… Mas vamos lá.

“Seria interessante nos perguntarmos sobre a verdadeira vontade da mulher que não tem opção a não ser limpar banheiro ou se prostituir. Mas é só algo que me ocorreu agora…”
Bom, tem tanta coisa escondida aí no meio que o que ia virar um comment respondendo merece virar post:
1) Opções.
Sempre temos opções. O suicídio é uma opção. No caso em tela, por exemplo, ela tem a opção de se prostituir ou de lavar banheiros.
Nesse sentido, vale a questão: que escolhas fizemos até não termos mais escolhas?
2) Preconceito.
Sim, admito que até certo ponto estou colocando palavras na boca do leitor, mas por que prostituição ou lavar banheiros seriam uma coisa ruim?
Oras, do ponto de vista do universo, do planeta ou das coisas realmente relevantes, eu gostaria de saber: qual o problema em lavar banheiros ou se prostituir? Por que nós consideramos isso algo negativo?
“Ah, então vá ver se quem está lavando banheiros quer continuar lavando banheiros, ou se prostitutas querem continuar se prostituindo.”
Bom ponto. Ótimo ponto, na verdade.
Uma amiga da minha mãe emigrou para os Estados Unidos. Ela era manicure aqui e foi ser faxineira lá. Em coisa de seis anos que ela ficou lá ela conseguiu pagar a faculdade dos filhos, comprar um carrinho pra ela lá, comprar um apartamento na praia pra ela aqui, uma casa pra família dela e fazer um pé de meia. Ela disse claramente que não volta pro Brasil a não ser que seja para se aposentar.
E é isso que ela faz lá: lava banheiros, cozinhas, casas, etc. Segundo ela, os americanos consideram passar aspirador na casa a faxina semanal, e como ela faz faxina estilo brasileiro lá, as pessoas adoram, e pagam MUITO bem.
Por outro lado, um amigo meu comentou que, após ter fechado um contrato, ele decidiu se dar de presente uma noite com uma puta de luxo. Foi no GP guia, pegou depoimentos, entrou no MClass, escolheu a garota, e foi lá.
Segundo esse amigo ele tem o costume de conversar com as meninas, normalmente tentando impressioná-las com viagem, trabalho, etc.
Bom, pra encurtar, a menina cobrava R$ 400,00 por programa, gostava do que fazia, conheceu a Europa, Ásia, Oriente médio e EUA (passando alguns meses nos lugares a trabalho porque, segundo ela, ela viajava pra voltar com não menos de R$ 200.000,00), entendia mais de bolsa de valores que o meu amigo, havia comprado uma fazenda na Bahia que ela arrendava, e tinha por objetivo chegar aos 30 anos com um patrimônio de R$ 2.000.000,00 porque “depois dos 30, ela vai acabar atraindo menos clientes”.
Citei esses dois casos para levantar uma questão: o problema é o trabalho que desenvolvemos ou o valor atribuído a tal trabalho pelos outros? O que fazemos ou quanto nos pagam? Você lavaria banheiros por um salário mensal de R$ 20.000,00? Você preferiria ser atendente do McDonalds ganhando US$ 5.000,00 ou Médico ganhando R$ 2.000,00?
O que é mais importante? Ser médico? Advogado? Engenheiro? Faxineira? Jogador de Futebol? Prostituta? Senador? Juiz? Psicólogo? Professor?
As pessoas vivem em sociedade e a grande questão do viver em sociedade é sacrificar uma parte de si para os outros para que os outros sacrifiquem uma parte de si para você. Eu advogo para não precisar estudar medicina. Para não precisar projetar meu carro. Para não precisar programar meu computador.
Viver em sociedade envolve esse trabalho de intercâmbio de especializações, e não existe atividade mais ou menos importantes: todas são úteis e deveriam, em um mundo perfeito, permitir a todos uma vida digna.
3) A Verdadeira Vontade.
Possivelmente, ao citar os dois casos acima, o interlocutor exclamará: “Essas são as exceções que confirmam as regras.”
Possivelmente sim. Possivelmente 99,9(…)9% das pessoas que trabalham em tais carreiras trabalham, literalmente, por “falta de opção”.
O que eu questiono em seguida é: E quantas pessoas vocês conhecem que realmente fazem aquilo que gostariam de fazer?
Porque sim, eu sei que centenas de prostitutas alegam que prefeririam trabalhar com outra coisa. E centenas de advogados. Centenas de médicos. Centenas de administradores. Centenas de funcionários públicos. Etc. Etc. Et coetera.
Encontrar alguém que sabe a própria razão de ser na Terra não é fácil de encontrar. Quantas vezes as pessoas não escolhem uma carreira porque “são bons de matemática, e engenharia é a melhor opção”? Ou tem que agradar a família? Ou sequer sabem as possibilidades que existem? Ou vão na carreira da moda?
Muitas.
E em meio a diversos problemas, tais como ambição, satisfação do ego, prestígio, preconceito, licitude, etc, etc, etc, as pessoas vão se moldando. Vivendo não o ideal, mas o possível.
Será que se nós tivéssemos uma outra relação com o sexo a prostituição não seria uma atividade como outra qualquer e, então, prostitutas desejariam tanto mudar de carreira como, por exemplo, advogados?
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Perfeita a discussão colocada pelo amigo, há pouquissímo reparo que se pudesse fazer. Quero colocar apenas mais alguma ênfase num ponto que me procupa em nosso tempo á há alguns anos. Especialização, é uma coisa importante e faz nossa sociedade humana evoluir e funcionar em tamanhos e proporções inimagináveis em outras épocas. Mas será que não há um exagero... digo, será que não abandonamos por demais os generalismos, e nos fechamos em guetos de iguais e assim até perdermos boa parte da nossa capacidade de nos comunicar com especialistas outros... ficamos dependentes em excessos de especialistas de algo que não conhecemos, e temos que confiar cegamente nesses especialistas. Perdemos até nossas capacidades de mudar nosso caminho quiça... E mesmo muito pior do que isso... nessa especilização desmedida muitos, a maioria talvez, conheçam a fundo determinado área do saber, mas abandonem totalmente outros conhecimentos necessários a excelência do desempenho das próprias funções que assumem, falo de advogados e juízes que sabem tudo de leis, mas pouco de justiça, de médicos que conhecem doenças e tratamentos, mas ignoram humanidade, politicas que entendem de campanhas e de negociações, mas desconhecem desenvolvimento e o bem comum, prostitutas que entendem o sexo, o dinheiro, mas simplesmente não sabem do que trata sentimentos ou relacionamentos.
Enfim, vejo uma sociedade em que pessoas que tentam ter uma visão mais ampla, são vistos como desfocadas, despreparadas, desatualizadas ou mal formadas. São descartadas de atividades que exigem os grandes especialistas, e não são usadas em atividades em que os generalismos seriam bem-vindos, e nem como pontes de comunicação entre os especialistas de diversas áreas... que eu enxergo como tão necessárias e tão inexistentes....

domingo, janeiro 30, 2011

Meus palpites para o Oscar 2011










Repetindo, como sempre, nomes que já vinham ganhando destaque nas premiações dos principais sindicatos da indústria, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a lista dos indicados ao Oscar 2011. E se as surpresas não foram muitas, pelo menos duas grandes injustiças tomaram forma com a ausência de Christopher Nolan na relação de melhores diretores e com a esnobada da Academia na montagem de A Origem.

Vacilos dos votantes à parte, é fácil perceber que esse ano há um belo equilíbrio entre filmes elogiados pela crítica e que também se tornaram populares, vide A Rede Social só para ficar com um bom exemplo.

Nesse panorama, palpites para o prêmio mais famoso do cinema nas principais categorias. Muito mais do que minhas apostas para quem vai levar, são meu julgamentos, sobre para que eu daria os prêmios se me fosse facultado o direito de definir. Vi alguns filmes, acompanho algumas carreiras e me informo sempre. essas minhas indicações não tem a pretensão de ser justas, a não ser que consideremos como justiça o meu gosto pessoal.

    Meus votos vem destacados em vermelho



    Melhor Filme


    Cisne Negro

    O Vencedor

    A Origem
    Minhas Mães e Meu Pai
    O Discurso do Rei
    127 Horas
    A Rede Social
    Toy Story 3
    Bravura Indômita
    Inverno da Alma

    Melhor Direção

    Darren Aronofsky, Cisne Negro
    David Fincher, A Rede Social
    Tom Hooper, O Discurso do Rei
    David O. Russell, O Vencedor
    Joel & Ethan Cohen, Bravura Indômita

    Melhor Ator

    Javier Bardem, Biutiful
    Colin Firth, O Discurso do Rei
    James Franco, 127 Horas
    Jesse Eisenberg, A Rede Social
    Jeff Bridges, Bravura Indômita

    Melhor Ator Coadjuvante

    Christian Bale, O Vencedor
    John Hawkes, Inverno da Alma
    Mark Ruffalo, Minhas Mães e Meu Pai
    Geoffrey Rush, O Discurso do Rei
    Jeremy Renner, Atração Perigosa

    Melhor Atriz

    Annette Bening, Minhas Mães e Meu Pai
    Nicole Kidman, Reencontrando a Felicidade
    Jennifer Lawrence, Inverno da Alma
    Natalie Portman, Cisne Negro
    Michelle Williams, Namorados para Sempre

    Melhor Atriz Coadjuvante

    Amy Adams, O Vencedor
    Helena Bonham-Carter, O Discurso do Rei
    Melissa Leo, O Vencedor
    Hailee Steinfeld, Bravura Indômita
    Jacki Weaver, Animal Kingdom

    Melhor Filme Estrangeiro

    Biutiful (México)
    Dogtooth (Grécia)
    Em Um Mundo Melhor (Dinamarca)
    Incêndios (Canadá)
    Fora da Lei (Algéria)

    Melhor Roteiro Original

    Christopher Nolan, A Origem
    David Seidler, O Discurso do Rei
    Mike Leigh, Another Year
    Scott Silver, Paul Tamasy & Eric Johnson, O Vencedor
    Lisa Cholodenko e Stuart Blumberg, Minhas Mães e Meu Pai

    Melhor Roteiro Adaptado

    Aaron Sorkin, A Rede Social
    Marguerite Roberts, Bravura Indômita
    Danny Boyle, Simon Beaufoy, 127 Horas
    Debra Granik, Anne Rosellini, Inverno da Alma
    Michael Arndt, Toy Story 3

    Melhor Filme de Animação

    Como Treinar o Seu Dragão
    O Mágico
    Toy Story 3

    Melhor Fotografia

    Cisne Negro, Matthew Libatique
    A Origem, Wally Pfister
    O Discurso do Rei, Danny Cohen
    Bravura Indômita, Roger Deakins
    Rede Social, Jeff Cronenweth

    Melhor Documentário

    Exit Through The Gift Shop, Paranoid Pictures
    Gasland, Gasland Productions
    Inside Job, Representational Pictures
    Restrepo, Outpost Films
    Lixo Extraordinário, Almega Projects Production

    Melhor Documentário de Curta-metragem

    Killing in the name
    Poster girl
    Strangers no more
    Sun come up
    The warriors of Qiugang

    Melhor Montagem

    Cisne Negro, Andrew Wesiblum
    O Vencedor, Pamela Martin
    O Discurso do Rei, Tariq-Anwar
    127 Horas, Jon Harris
    A Rede Social, Angus Wall e Kirk Baxter

    Melhor Trilha Sonora

    Como Treinar o Seu Dragão, John Powell
    A Origem, Hans Zimmer
    O Discurso do Rei,  Alexandre Desplat
    127 Horas, A.R. Rahman
    A Rede Social, Trent Reznor e Atticus Ross

    Melhor Direção de Arte

    Alice no País das Maravilhas, Robert Stromberg , Karen O´Hara
    Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I, Stuart Craig (Design de Produção), Stephenie McMillan (Decoração de Set)
    A Origem, Guy Hendrix Dyas (Design de Produção), Larry Dias and Doug Mowat (Decoração de Set)
    O Discurso do Rei, Eve Stewart (Design de Produção), Judy Farr (Decoração de Set)
    Bravura Indômita, Jess Gonchor (Design de Produção), Nancy Haigh (Decoração de Set)

    Melhor Figurino

    Alice no País das Maravilhas, Colleen Atwood
    I Am Love, Antonella Cannarozzi
    O Discurso do Rei, Jenny Beavan
    A Tempestade, Sandy Powell
    Bravura Indômita, Mary Zophres

    Melhor Maquiagem

    A Minha Versão do Amor, Adrien Morot
    The Way Back, Edouard F. Henriques, Gregory Funk and Yolanda Toussieng
    O Lobisomem, Rick Baker e Dave Elsey

    Melhor Canção

    Coming Home, Country Strong
    I See The Light, Enrolados
    If I Rise, 127 Horas
    We Belong Together, Toy Story 3

    Melhor Edição de Som

    A Origem, Richard King
    Toy Story 3, Tom Myers and Michael Silvers
    Tron - O Legado, Gwendolyn Yates Whittle e Addison Teague
    Bravura Indômita, Skip Lievsay e Craig Berkey
    Incontrolável, Mark P. Stoeckinger

    Melhor Mixagem de Som

    A Origem, Lora Hirschberg, Gary A. Rizzo e Ed Novick
    O Discurso do Rei, Paul Hamblin, Martin Jensen e John Midgley
    Salt, Jeffrey J. Haboush, Greg P. Russell, Scott Millan and William Sarokin
    A Rede Social, Ren Klyce, David Parker, Michael Semanick and Mark Weingarten
    Bravura Indômita, Skip Lievsay, Craig Berkey, Greg Orloff and Peter F. Kurland

    Efeitos Visuais

    Alice no País das Maravilhas, Ken Ralston, David Schaub, Carey Villegas e Sean Phillips
    Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte I, Tim Burke, John Richardson, Christian Manz eNicolas Aithadi
    A Origem, Paul Franklin, Chris Corbould, Andrew Lockley and Peter Bebb
    Homem de Ferro II, Janek Sirrs, Ben Snow, Ged Wright and Daniel Sudick
    Além da Vida, Michael Owens, Bryan Grill, Stephan Trojanski e Joe Farrell

    Melhor Curta

    The Confession
    The Crush
    God Of Love
    Na Wewe
    Wish 143

    Melhor Curta Animado

    Day & Night
    the Gruffalo
    Let´s Pollut
    The Lost Thing
    Madagascar





Enfim, esses seriam os meus premiados. E você, Concorda? Discorda? Para quem você daria os prêmios? Diz aí...



terça-feira, janeiro 18, 2011

Presidenta?

Por José Bones (filólogo e professor da UFRJ)


-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Peguei esse texto, lá no blog da Zizi Possi, por indicação do meu amigo Sidney (Marivaldo). Sensacional.  Penso que a língua é dinâmica, é do povo. Se gera comunicação a palavra deve ser (e é) dicionarizada. Mas isso não significa que ela deva ser utilizada de forma massiva e nem popularizada. Muito menos indicada como mais correta do que a palavra ideal... deêm uma lida...
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Mas, afinal, que palavra é essa?

Bem, vejamos:

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por
exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de
cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante.
Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente.
Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação
que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente
ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não presidenta,
independentemente do gênero, masculino ou feminino. Se diz
capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta";
se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta".

Um exemplo (negativo) seria:
"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta
que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta
dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o
direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta. " 

Clima organizacional - Motivação e Desmotivação

Como funciona o Mundo Corporativo. .. 


'Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório
cid:6BF23707A2D94F24ABCE38C741707D78@marbormq.com.br
e pegava duro no trabalho 

cid:69F4BC30E94C430294C95D999E931FA2@marbormq.com.br
A formiga era produtiva e feliz. 

cid:86169EEF61A54D2CA47B0DDBDB96C58C@marbormq.com.br
O gerente besouro 
cid:A28769D60DA1463BA89C9422601F4E55@marbormq.com.brestranhou a formiga trabalhar sem supervisão.


Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada.

E colocou uma barata, 
cid:EECFC184DD444FA7A49E42DB7894CDF4@marbormq.com.brque preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.


A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga.

Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação 
cid:ECAE41C5792E4D91AFA8FD0B2B42CB25@marbormq.com.brde papéis e reuniões!

O besouro concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava.

O cargo foi dado a uma cigarra, 
cid:8190568485C541DC879F4BE1F2AC13CD@marbormq.com.br A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de
uma assistente a pulga 
cid:5F2E8264005B47BCB4AE30A0A1A30A5C@marbormq.com.br(sua assistente na empresa anterior)

A formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada. 
cid:F8269A1AF8874226B211C486187B51EC@marbormq.com.br

A cigarra, então, convenceu o gerente besouro, que era preciso fazer um estudo de clima.

Mas, o besouro, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia

como antes e contratou a coruja, 
cid:58F4F3991E134092B2CC7AACC722BBF4@marbormq.com.bruma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nesta empresa!!

E adivinha quem o besouro mandou demitir?

A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida. ' 





_____________________________________________


Sempre acontece. Acho que o mundo de hoje exige: pra ser chefe, desprenda-se da realidade.