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sexta-feira, março 09, 2012

CEU - Centro Esportivo Universitário



O centro esportivo universitário ou CEU, é um clube pertecente a UFMG, destinado a prática de esportes essencialmente por parte dos alunos daquela instituição, porém é permitida a associação por parte de outros estudantes universitários mediante o pagamento de uma semestralidade de valor simbólico.

É um clube co muito boa estrutura para a prática de diversos esportes dos mais populares até alguns bastante desconhecidos. O baixo custo e a boa localização (pampulha ao lado do Mineirão e do Mineirinho)) fazem deste clube uma excelente opção para a prática desportiva de estudantes universitários.

Sua estrutura é frequentemente usada para outros eventos como calouradas e festas como a de encerramento do festival "Cumida de Buteco", e sempre atende bem nessas ocasiões.

É um lugar que possui uma história interessante a respeito da piscina olimpica construída lá. Na época em que foi construída, havia a pretensão de sediar competições nacionais e internacionais de natação, porém, durante o projeto e construção "esqueceram" de levar em consideração a espessura dos azulejos, por causa disso a piscina ficou com 2 centímetros a menos, tanto no comprimento quanto na largura, do que os tamanhos de piscinas oficiais, e por isso nunca uma competição oficial pode ser sediada lá. Coisas dessas que só no Brasil.

Mas é um lugar muito agradável e eu tenho muita saudade da época em que eu (podia e) frequentava lá.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças

Outras Avaliações: http://br.kekanto.com/biz/ceu-centro-esportivo-universitario


quinta-feira, março 08, 2012

Ótica Carijós



Quando eu ainda usava óculos, era sempre aqui que eu os comprava.

Entre as lojas mais antigas da cidade no ramo. Sempre teve excelente atendimento, preços convidativos, e qualidade elevada das armações e lentes. Sempre muito bem indicada pelo meu oftalmologista, que sempre se preocupava (e a mim transmitia essa preocupação) com a precisão que as lentes eram fabricadas para evitar maiores problemas no futuro.

Ainda bem que eu não preciso mais de óculos (por enquanto), mas precisando, já sei onde retornarei para comprar.


Outras Avalições: http://br.kekanto.com/biz/otica-carijos


USIMINAS Belas Artes Cinema



Último reduto do tênis verde em BH. São as salas de cinema que nós da cidade temos mais que defender e torcer para que nunca deixe de ser uma opção, afinal é o único endereço que resta para assistirmos filmes do circuito alternativo. São 3 salas de cinema, pequenas, mas super aconchegantes, invariavelmente com atrações bacanas e bem frequentadas. Tem ainda o Café, super simpático e uma livraria bastante interessante.

Frequentemente tem ainda exposições, as vezes shows que completam as atrações do estabelecimento, que sim tem um público que é restrito, pela própria natureza das atrações que lá se sediam, mas o público e os profissionais que lá trabalham são extremamente receptivos e já fiz lá boas amizades.

Vida Longa ao USIMINAS Belas Artes Cinema. Pelo próprio bem dos amantes do cinema em BH.
Bom para: Ir com amigos, Casais

Outras avaliações: http://br.kekanto.com/biz/usiminas-belas-artes-cinema


Mineirinho



O ginásio do Mineirinho, parte do complexo esportivo ali da pampulha , junto com o Mineirão e o Centro esportivo Universitário, tem uma estrutura até razoável para sediar disputas esportivas. detem recordes nacionais e até mundiais de público para jogos de volei, futsal e basquete e sem registro de problemas nesses grandes eventos, e toda vez que eu lá fui para este tipo de atração, sempre foram boas experiencias boas e sem reclamações a fazer.

É também muito usado para apresentações musicais, e já nesse caso minha experiência não é tão agradável devido á pessiam acústica que essa estrutura apresenta, e também por causa da dificuldade de acesso e do escoamento de pessoas da pista na hora da saída.

Creio que seria necessário uma grande reforma para modernização das instalações e adaptação do ambiente para padrões de conforto mais elevados e para sua utilização como arena multi-uso.

Outras Avaliações: http://br.kekanto.com/biz/mineirinho



Cefet Mg



Grande Escola!

Pois é eu estudei lá entre 1994 e 1996, sei que faz muito tempo, então talvez, coisas que eu possa dizer aqui nessa resenha talvez estejam um pouco desatualizadas, mas mesmo que as coisas lá não sejam mais tão boas quanto já foram (e eu acredito nisso), era tamanha a diferença entre Cefet-MG e outras escolas, que mesmo que lá tenha piorado um pouco, creio que a distância deve ter se mantido elevada da média geral das escolas (mesmo porque pela falta de prioridade e de um projeto nacional de politica de educação, a média geral também piorou).

Mas para começar a dizer sobre o que essa escola é, primeiro venho peguntar a você, leitor sobre o que uma escola deve ser...

Acredito que boa parte dos que me lêem, não terão facilidade em dar uma resposta completa e coerente para essa questão então vou sugerir uma resposta de acordo com o que eu creio, para começar...

A escola é o lugar onde deve se formar, pessoas, cidadãos, para que eles desenvolvam a sociedade do futuro.

Quando eu entrei pela primeira vez no Cefet como aluno, em 1994 a primeira atividade, foi uma recepção aos calouros lá no auditório numa solenidade que até parecia com uma formatura (mas sem a presença de familiares), e entre muitos discursos que ouvi lá naquele dia (a maior parte muito bons) teve um do qual nunca me esqueço, e que em sua conclusão dizia uma coisa que eu, de fato observei nessa instituição pelos 3 anos seguintes, e que por tudo isso sou muito agradecido. E o que dizzia essa conclusão era: "Aqui nessa Escola vocês aprenderão a pensar"

Isso fez e faz toda a diferença em minha vida desde então. Mas como foi isso?

Vou tentar explicar isso aqui, e espero pelo menos em parte conseguir transmitir essa experiência que eu vivi. O Cefet-MG oferece cursos técnicos de nível de segundo grau, na minha época totalmente integrados entre si. Eram 9 opções de cursos separados em 4 áreas (construção civil, mecânica, eletroeletrônica e química). Todos esses cursos ao fim do mesmo tempo de um curso colegial de 3 anos (4 nos cursos de período noturno) nos daria um diploma de técnico, com capacidade de assumir uma posição no mercado de trabalho na especialidade escolhida com um nível de conhecimento não muito distante de um profissional da mesma área com curso superior.

É claro que tanto conhecimento, sendo passado a pessoas tão jovens em tão pouco tempo constituem um desafio um tanto quanto grande para qualquer instituição que se proponha a isso, e o sucesso que o Cefet alcança na minha visão se baseia em três pilares definitivos.

O primeiro deles era a seleção, que é feita atravé de uma prova, cuja a concorrência era bastante elevada e então já na entrada eram escolhidos alunos com um nível de conhecimento tal que permitisse a todo o grupo o desenvolvimento até o nível da formatura no tempo previsto.

O segundo era uma liberdade total dentro do ambiente da escola. Não havia o controle, tão comum em outras escolas do ensino médio, e completamente diferente das escolas de ensino fundamental da onde vínhamos. Lá não é um colegião. É como se fosse uma mini-faculdade, onde a gente entre aos 13 ou 14 anos, e nesse ponto passa a ser tratado como um adulto...

E aí vem o terceiro pilar, que é a cobrança em alto nível, que aliada a liberdade do segundo te fazia aprender que você poderia fazer o que quisesse, mas teria que arcar com as responsabilidades. E mesmo que a escola fornecesse uma estrutura muito boa para o desenvolvimento e a transmissão de conhecimento, a responsabilidade de buscar esse conhecimento e de provar a absorção dele era sempre do aluno.

A combinação desses dois últimos pilares, é claro causava alguma repetência e alguma evasão, permitia também que algumas pessoas se desfocassem em alguns períodos, e depois tivessem que ralar muito para recuperar o tempo perdido...

Mas invariavelmente, fazia com que aos 17, 18 ou 19 anos, nós alunos chegássemos ao fim da escola, não somente como profissionais bem formados, mas pessoas e cidadãos completos. Conscientes de nossos direitos e responsabilidades. Seres humanos prontos para desempenhar nossos papéis no mundo.

Sei que de fato muito mudou na escola, desde que eu lá me formei. Mas pelo que acompanho, essa identidade primordial da instituição não mudou, e creio ser, ainda hoje a melhor opção nessa cidade e nesse estado para a formação pessoal e profissional de pessoas no nível de ensino médio.

Se eu tivesse filhos é onde eu queria que eles estudassem.

Outras Avaliações: http://br.kekanto.com/biz/cefet-mg



Mercado Central



O Mercado Central é uma maravilha! É um mercado, mas é uma atração turística. É uma coisa que é até difícil de explicar. É até enlouquecedor de tão bom.

Você pode ir lá pra fazer a feira, comprar verduras, legumes, frutas, carne, temperos, enlatados mas aí você já vai encontrar boa diferença entre lá e outros lugares onde você pode comprar esses produtos. E não estou falando só da qualidade e da variedade dos produtos que você encontrará lá e que será difícil encontrar noutro canto, mas quero primeiro nesse ínterim falar do atendimento. Seguindo as mais arraigadas tradições mineiras, lá você pode, e até deve, conversar muito, trocar uma idéia, pechinchar, perguntar, reclamar, assim não só você vai conseguir melhores produtos e preços como vai ser lembrado pelos vendedores com carinho e pode se tornar alvo de oferecimento de produtos melhores e especiais.

Além de fazer a feira, você poderá encontrar lá também, diversos produtos artesanais, seja para decoração, presentes, utensílios para casa e cozinha, comidas e doces, enfim uma infinidade de produtos fantásticos de diversas regiões de minas e até do país. Dando uma circulada pelas lojas lá despretenciosamente, é muito difícil conseguir sair de lá sem achar várias coisas interessantes que você quererá levar.

Achamos lá também queijarias, padarias e delikatessens com produtos espetaculares. Restaurantes com pratos fabulosos. Lanchonetes com ítens maravilhosos. Bares (especialmente os tradicionais bares de corredor onde se bebe em pé) com as mais geladas cervejas e tira-gostos excepcionais.

O mercado é lugar que mora no coração de todos os belorizontinos, e também no coração de todos os turistas brasileiros e estrangeiros que já estiveram aqui e já o conheceram.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Almoçar, Tomar café-da-manhã, Vinho, Comer muito, Vegetarianos, Gastar pouco

Dica: Conheça Tudo


Outras Avaliações: 
http://br.kekanto.com/biz/mercado-central-28


Dona Diva



Por fim, último dos estabelecimentos a ser resenhado por mim dentre os participantes do circuito gastronômico "Sabores do Mercado" Dona Diva Café e Quitandas, e novamente eu vou ter de ser bastante crítico, o prato inscrito era 2 cafés, um pão de queijo e um bolo de fubá com queijo. Estive lá com o amigo Léo e combinamos que eu comeria o pão de queijo e ele o bolo, estavam ambos bons, mas não tinham nada demais, inclusive no caso do bolo o Léo nem viu o queijo. O atendimento foi assim assim, nós estávamos bem empolgados com o circuito e nem reclamamos, mas vamos conversar sério, era um prato barato, mas era para duas pessoas, pressupõe-se então o fornecimento de dois carimbos e eu considero imperdoável que não nos tenham fornecido dois carimbos na cartela.
Além disso, são produtos tradicionais, é verdade, mas acho que faltou alguma inovação para mostrar comprometimento com o circuito. Enfim, não foi a maior das decepções do projeto, mas tampouco foi uma boa surpresa. Vale sim a visita mas nem de longe está entre as melhores opções do mercado.
Bom para: Gastar pouco

Outras Avaliações:  http://br.kekanto.com/biz/dona-diva



Casa Cheia



Continuando (depois de muito tempo, desculpem) as minhas resenhas sobre os estabelecimentos todos que participaram do circuito gastronômico "Sabores do Mercado" e demorei com um certo motivo, que explico:

Fiquei muito na dúvida, se eu avaliaria simplesmente o lugar, ou o prato e sua participação no circuito. Porque isso? Primeiro porque os pratos inscritos por esse e os próximos participantes de que falarei (e nesse caso, com muita dor no coração), são pratos tradicionais não somente desses locais mas do mercado em si, nada feito especialmente a partir do circuito, o que para mim demonstrou menor compromisso e envolvimento com o circuito em si.

O prato inscrito pelo Casa Cheia (restaurante localizado próximo a escada da entrada da esquina da Curitiba com Goitacazes) era chamado Isca de Frango Picante (Isca de frangoempanado com molho picante, decorado com cebola e alho em conserva).

Foi uma grande decepção, esse restaurante que tem tantos pratos tão sensacionais (como a fejoada, o feijão mexicano, as almondegas exóticas o mexidoido o espetacular torresmo de barriga entre outras tantas opções), acabou inscrevendo um prato insosso como esse no circuito, não tinha a menor graça. A cerveja gelada e o atendimento lá é sempre bom. Só achei que o prato não tinha muita pretensão e por isso em princípio minha nota fica um pouco rebaixada, porque pela própria comparação esse bar acabou, nesse circuito, decepcionando um pouco.

É sim um bar bacana. bom para tomar uma cerveja e comer um tira-gosto, mas não tinha e não teve nessa primeira edição nenhuma atração diferente para nos mostrar. Vale a visita mas como quase todos os outros bares do mercado.

Dica: Como todos os outros bares do Mercado Central, se puder ir durante a semana, prefira.


Outras Avaliações: 
http://br.kekanto.com/biz/casa-cheia


Bar Café São Judas - Mercado Central



Continuando (depois de muito tempo, desculpem) as minhas resenhas sobre os estabelecimentos todos que participaram do circuito gastronômico "Sabores do Mercado" e demorei com um certo motivo, que explico:

Fiquei muito na dúvida, se eu avaliaria simplesmente o lugar, ou o prato e sua participação no circuito. Porque isso? Primeiro porque os pratos inscritos por esse e os próximos participantes de que falarei, são pratos tradicionais não somente desses locais mas do mercado em si, nada feito especialmente a partir do circuito, o que para mim demonstrou menor compromisso e envolvimento com o circuito em si.

O prato inscrito pelo Bar Café São Judas (um dos bares daqueles de corredor no corredor situado naquele segundo corredor paralelo a rua Santa Catarina) era Penil na chapa com Jiló e Cebola, ou seja, nada demais.

Estava gostoso, mas esse prato, acho que além de ser muito lugar comum domercado ainda tem um outro defeito grave que é o jiló, eu gosto muito e sei que é tradição do mercado em varios pratos como o chouriço e o fígado, mas no caso do pernil penso que não harmoniza bem pois o jiló tem um sabor muito mais forte do que a carne (que deveria ser o sabor principal do prato. A cerveja gelada e o atendimento lá é sempre bom. Só achei que o prato não tinha muita pretensão e por isso em princípio minha nota fica um pouco rebaixada, porque pela própria comparação esse bar acabou, nesse circuito, decepcionando um pouco.

É sim um bar bacana. bom para tomar uma cerveja e comer um tira-gosto, mas não tinha e não teve nessa primeira edição nenhuma atração diferente para nos mostrar. Vale a visita mas como quase todos os outros bares do mercado.
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Gastar pouco

Dica: Como todos os outros bares do Mercado Central, se puder ir durante a semana, prefira.


Outras Avaliações: 
http://br.kekanto.com/biz/bar-cafe-sao-judas-mercado-central


Bar Zé da Onça



Continuando (depois de muito tempo, desculpem) as minhas resenhas sobre os estabelecimentos todos que participaram do circuito gastronômico "Sabores do Mercado" e demorei com um certo motivo, que explico:

Fiquei muito na dúvida, se eu avaliaria simplesmente o lugar, ou o prato e sua participação no circuito. Porque isso? Primeiro porque os pratos inscritos por esse e os próximos participantes de que falarei, são pratos tradicionais não somente desses locais mas do mercado em si, nada feito especialmente a partir do circuito, o que para mim demonstrou menor compromisso e envolvimento com o circuito em si.

O prato inscrito pelo Bar Zé da Onça (um dos bares daqueles de corredor no corredor situado naquele segundo corredor paralelo a rua Santa Catarina) era chamado Chouriço com Jiló e Cebola, ou seja, nada demais.

Estava muito gostoso, o Chouriço (que eu amo) estava espetacular, a cerveja gelada e o atendimento lá é sempre bom. Só achei que o prato não tinha muita pretensão e por isso em princípio minha nota fica um pouco rebaixada, porque pela própria comparação esse bar acabou, nesse circuito, decepcionando um pouco.

É sim um bar bacana. bom para tomar uma cerveja e comer um tira-gosto, mas não tinha e não teve nessa primeira edição nenhuma atração diferente para nos mostrar. Vale a visita mas como quase todos os outros bares do mercado.
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Gastar pouco

Dica: Como todos os outros bares do Mercado Central, se puder ir durante a semana, prefira.


Outras Avaliações: 
http://br.kekanto.com/biz/bar-ze-da-onca


Bar Fortaleza



Continuando (depois de muito tempo, desculpem) as minhas resenhas sobre os estabelecimentos todos que participaram do circuito gastronômico "Sabores do Mercado" e demorei com um certo motivo, que explico:

Fiquei muito na dúvida, se eu avaliaria simplesmente o lugar, ou o prato e sua participação no circuito. Porque isso? Primeiro porque os pratos inscritos por esse e os próximos participantes de que falarei, são pratos tradicionais não somente desses locais mas do mercado em si, nada feito especialmente a partir do circuito, o que para mim demonstrou menor compromisso e envolvimento com o circuito em si.

O prato inscrito pelo Fortaleza (bar daqueles de corredor no corredor situado naquele segundo corredor paralelo a rua Curitiba) era chamado Bodoró, que eraq nada mais nada menos que: carne de sol, mandioca, jiló cebola e pimenta biquinho, ou seja, nada demais.

Estava muito gostoso, a carne estava macia, a cerveja gelada e o atendimento lá é sempre bom. Só achei que o prato não tinha muita pretensão e por isso em princípio minha nota fica um pouco rebaixada, porque pela própria comparação esse bar acabou, nesse circuito, decepcionando um pouco.

É sim um bar bacana. bom para tomar uma cerveja e comer um tira-gosto, mas não tinha e não teve nessa primeira edição nenhuma atração diferente para nos mostrar. Vale a visita mas como quase todos os outros bares do mercado.
Bom para: Ir com amigos, Cerveja, Gastar pouco

Dica: Como todos os outros bares do Mercado Central, se puder ir durante a semana, prefira.


Outras Avaliações: 
http://br.kekanto.com/biz/bar-fortaleza-4


Diamond Mall



Não costumo gostar de shoppings, mas o Diamond, não me causa tanto mal estar de ir quanto outros tantos.

Quando eu penso em shoppings, normalmente o que me vem a cabeça são lugares lotados, com atendimento, normalmente deficiente, quase sinônimo de insatisfação.

No Diamond, pelas instalações amplas, e provavelmente por não ficar lotado ( talvez pelos preços e isso não é bom ) tem me atendido com uma eficiência rara para este tipo de estabelecimento.

Vale até pagar um pouco a mais.

Outras Avaliações: http://br.kekanto.com/biz/diamond-mall-2





terça-feira, abril 01, 2008

O Blog na Rede (mês de março de 2008)

O mês de março veio e com ele quatro novas publicações aqui no blog. Muito bacanas aliás... foram essas:







  • Arthur C. Clarke
  • A Lenda
  • ENTREVISTA COM UM MÉDICO
  • PASSEIO SOCRÁTICO

  •    E o blog vai indo bem, com uma frequência e uma regularidade das publicações cada vez maiores.
  •    Continuamos aí querendo como sempre fazer, aquilo a que nos propomos desde o início e que aqui repito...:




  •    Apresentação


       Este Blog é espaço para um tributo à liberdade de todos nós.
    Discutiremos tudo. Sem censura. Escreva pra mim. Eu publico seu texto e respondo. (concordando ou discordando que da MINHA liberdade eu não abro mão) .

    Como também não abro mão da SUA liberdade o assunto você decide (futebol politica e religião são bem vindos, não temos medo de polemica).

    MANTENHAMOS UM BOM NÍVEL, POR FAVOR.

    Quer publicar um texto?
    Escreva para: 
    blogdoed@gmail.com

    Polemize aqui não haverá linha editorial ou tendência exponha seus argumentos e os veja confrontados (ou reforçados). Quer falar bobagem? Expor sua arte? Tente colocá-la aqui.

    Nosso lema: "Defenderei até a morte o direito de dizê-lo, mas não concordo com nada do que disse."

    Muito obrigado pela sua atenção.

    ED
    Publicado originalmente em 14/04/2006





quinta-feira, março 20, 2008

Arthur C. Clarke

Eu não ia ter como escrever tudo que eu acho que merecia a ocasião. Não pode passa em branco a despedida deste homem que foi um ídolo da minha infância, que com certeza foi figura importante na formação do meu caráter e do meu pensamento na vida adulta. Colocarei aqui textos de dois outros Blogs, que me foram enviados pelo amigo e chefe Coutinho. Meu sentimento é imprescionantemente parecido com o dos redatores. Espero que se eles souberem da minha citação, não fiquem chateados.

"Arthur C. Clarke, O Profeta do Futuro
“Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica.”
Morreu ontem no Sri Lanka um dos maiores escritores de ficção científica de todos os tempos, o grande e imortal Sir Arthur C. Clarke, que profetizou em mais de uma centena de livros muitas invenções que se tornaram realidade como o satélite artificial, o ônibus espacial, os super computadores e os sistemas de comunicação instantânea que todos nós conhecemos tão bem.
Nos anos 40, Sir Arthur defendeu a tese de que o homem iria pisar na Lua até o ano 2000, algo que era considerado impossível naquela época. Algum tempo depois, foi convidado para participar como comentarista das transmissões das missões lunares da Apollo 12 e Apollo 15.
Além de ter influenciado a criação de diversas tecnologias que usamos no dia a dia, Sir Arthur também foi uma enorme influência para diversos escritores, diretores de cinema e produtores de séries de TV. Em 1964 trabalhou com o grande diretor de cinema Stanley Kubrick para adaptar seu conto “O Sentinela”, que acabou se tornando o magistral filme “2001: Uma Odisséia no Espaço”.
Seus escritos despertam a paixão pela tecnologia em milhões de crianças ao redor do mundo, inclusive no blogueiro que digita estas linhas. Eu tenho uma enorme dívida de gratidão com Clarke por ele ter criado obras geniais como por exemplo “Encontro com Rama”, e posso dizer que se não tivesse tido um contato precoce com as obras de Sir Arthur e do seu velho amigo Isaac Asimov, eu jamais teria criado um blog sobre novidades tecnológicas.
Ele e Asimov inclusive criaram um tratado pessoal muito curioso, que estabelecia que sempre iriam indicar o outro como o melhor escritor de ficção científica do mundo. Nada mais justo, afinal, ambos estavam certíssimos.
Sir Arthur também é famoso pelas suas frases, simplesmente geniais. Citando o mestre: “Se nós tivermos aprendido algo da história de invenções e descobertas, é que, a longo prazo – e muitas vezes a curto prazo – as profecias mais audaciosas parecem ridiculamente conservadoras.”
Outro assunto que mexia com Sir Arthur era a questão da religião e o absurdo do Criacionismo, ele cunhou esta pérola: “Eu até defenderia a liberdade de adultos criacionistas praticarem qualquer perversão intelectual que eles quisessem na privacidade de suas casas, mas também é necessário proteger os jovens e os inocentes.”
Ainda falando sobre religião, Sir Arthur disse: “O conceito de que Deus criou o homem a sua imagem e semelhança é como uma bomba relógio nas fundações do Cristianismo”.Sir Arthur cunhou as Leis de Clarke, que estipulam:
1. Quando um cientista renomado e experiente diz que algo é possível, ele está quase certamente certo. Quando ele diz que algo é impossível, ele está muito provavelmente errado.
2. O único caminho para desvendar os limites do possível é aventurar-se além dele, através do impossível.
3. Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica.
Em reconhecimento ao seu legado, Clarke ganhou os prêmios Nebula Award em 1972, 1974 e 1979; e o Hugo Award of em 1974 e 1980, além de ter se tornado o Grande Mestre dos Escritores de Ficção Científica da América em 1986.
Seu último livro, The Last Theorem, co-escrito com Frederik Pohl, deve ser lançado no final deste ano.
Sir Arthur viverá para sempre no coração dos seus fãs, e nas estrelas de onde buscou inspiração para sua magnífica obra. Descanse em paz, Mestre, nós sentiremos muito a sua falta."
Visite o site da Clarke Foundation.
Confira aqui uma entrevista com o mestre, feita em 2004.
Via AP e BBC.
Do blog DIGITAL DROPS - http://www.digitaldrops.com.br


"Arthur Clarke (16.12.1917-19.03.2008)
Ele morreu e, como meus maiores ídolos (Sagan, Asimov…), não quis funeral religioso.
É bom, porque adoram inventar que grandes ateus da história humana ficaram religiosos perto do fim. O que não é verdade.
Arthur Clarke foi grande. Mudou minha vida, junto com alguns outros autores relevantes de ficção e divulgação científica. Quando eu era adolescente, cheio de idéias subversivas de que o mundo não era exatamente como andavam me dizendo que era, foram ele, Asimov, Sagan, Stephen Jay Gould e alguns outros cientistas e escritores que me ajudaram a entender que eu não estava só. Que aquelas idéias não eram tão estranhas e absurdas. Tendo sido criado numa família católica, eles foram minha vela na escuridão.
Todos foram embora. Ontem foi a vez de Clarke, o último deles. Deixou um legado indiscutível."
Do Blog de Alexandre Maron -http://www.alexmaron.com.br


A Lenda

Eu vi a lenda.
Em seu terno prateado,
eu vi a lenda.
Empunhando a sua guitarra,
eu vi a lenda.
Atacando ferozmente o piano,
eu vi a lenda.

Eu vi a lenda e sua lendária voz
quase sumindo.
Eu vi a lenda num hercúleo esforço
para cantar.
E eu vi que todos viram o mesmo.
E vi que as pessoas reconheceram
e reverenciaram o seu esforço.

Eu vi e ouvi a lenda
cantando as suas lendárias canções.
Vi e ouvi todos cantarem juntos
a plenos pulmões.
Eu vi a lenda tocar dezenas de novas músicas.
E relegar dezenas de clássicos a ficarem ressoando
apenas na memória dos fãs.
Como se a sua história começasse ali.
Como se a lenda não fosse lenda.

Eu vi a lenda e sua lendária sisudez.
Eu vi a lenda e sua energia magnética.
Eu vi a lenda e o brilho em todos os olhares.
E os corações crepitando de entusiasmo.
E senti o Mundo pulsando em seus acordes e letras.
Eu vi a lenda e senti todos os gigantes dos séculos
tocando a mão sobre a sua cabeça
e dizendo: "Estamos contigo."

Eu vi a lenda, e vi que a lenda é mortal.
Eu vi a lenda e que ele é apenas um garoto das terras do Norte.
Eu vi a lenda e que ele é apenas mais um homem triste e solitário.
Eu vi a lenda. E a lenda se chamava Bob Dylan.





Mendelson



segunda-feira, março 10, 2008

ENTREVISTA COM UM MÉDICO

Um médico sincero foi questionado sobre vários conselhos que sempre nos são dados...

Pergunta: Exercícios cardiovasculares prolongam a vida, é verdade?
Resposta: O seu coração foi feito para bater por uma quantidade de vezes e só... não desperdice essas batidas em exercícios. Tudo gasta-se eventualmente Acelerar seu coração não vai fazer você viver mais: isso é como dizer que você pode prolongar a vida do seu carro dirigindo mais depressa. Quer viver mais? Tire uma soneca !!!

P: Devo cortar a carne vermelha e comer mais frutas e vegetais?
R: Você precisa entender a logística da eficiência... .O que a vaca come? Feno e milho. O que é isso? Vegetal. Então um bife nada mais é do que um mecanismo eficiente de colocar vegetais no seu sistema. Precisa de grãos? Coma frango. A carne de porco pode fornecer 100% da sua cota diária recomendada de vegetais.

P: Devo reduzir o consumo de álcool?
R: De jeito nenhum. Vinho é feito de fruta. Brandy é um vinhodestilado, o que significa que, eles tiram a água da fruta de modo que vc tire maior proveito dela. Cerveja também é feita de grãos. Pode entornar!

P: Quais são as vantagens de um programa regular de exercícios?
R: Mi nha filosofia é: Se não tem dor...tá bom!

P: Frituras são prejudiciais?
R: VOCÊ NÃO ESTÁ ME ESCUTANDO!!! !... Hoje em dia a comida é frita em óleo vegetal. Na Verdade ficam impregnadas de óleo vegetal. Como pode mais vegetal ser prejudicial para você?

P: Flexões ajudam a reduzir a gordura?
R: Absolutamente não! Exercitar um músculo faz apenas com que ele aumente de tamanho.

P: Chocolate faz mal?
R: Tá maluco? !!!! Cacau!!!! Outro vegetal!! É uma comida boap´ra se ficar feliz !!! E lembre-se: A vida não deve ser uma viagem para o túmulo, com a intenção de chegar lá são e salvo, com um corpo atraente e bem preservado. Melhor enfiar o pé na jaca - Cerveja em uma mão - tira gosto na outra - muito sexo e um corpo completamente gasto, totalmente usado, gritando: VALEU !!! QUE VIAGEM!!!!!! !!!!!!


domingo, março 09, 2008

PASSEIO SOCRÁTICO

Ao visitar em agosto a admirável obra social de Carlinhos Brown, no Candeal, em Salvador, ouvi-o contar que na infância, vivida ali na pobreza, ele não conheceu a fome. Havia sempre um pouco de farinha, feijão, frutas e hortaliças. "Quem trouxe a fome foi a geladeira", disse. O eletrodoméstico impôs à família a necessidade do supérfluo: refrigerantes, sorvetes etc. A economia de mercado, centrada no lucro e não nos direitos da população, nos submete ao consumo de símbolos. O valor simbólico da mercadoria figura acima de sua utilidade. Assim, a fome a que se refere Carlinhos Brown é inelutavelmente insaciável. É próprio do humano - e nisso também nos diferenciamos dos animais - manipular o alimento que ingere. A refeição exige preparo,criatividade, e a cozinha é laboratório culinário, como a mesa é missa, no sentido litúrgico. A ingestão de alimentos por um gato ou cachorro é um atavismo desprovido de arte. Entre humanos, comer exige um mínimo de cerimônia: sentar à mesa coberta pela toalha, usar talheres, apresentar os pratos com esmero e, sobretudo, desfrutar da companhia de outros comensais. Trata-se de um ritual que possui rubricas indeléveis. Parece-me desumano comer de pé ou sozinho, retirando o alimento diretamente da panela. Marx já havia se dado conta do peso da geladeira. Nos "Manuscritos econômicos e filosóficos" (1844), ele constata que "o valor que cada um possui aos olhos do outro é o valor de seus respectivos bens. Portanto, em si o homem não tem valor para nós." O capitalismo de tal modo desumaniza que já não somos apenas consumidores, somos também consumidos. As mercadorias que me revestem e os bens simbólicos que me cercam é que determinam meu valor social. Desprovido ou despojado deles, perco o valor, condenado ao mundo ignaro da pobreza e à cultura da exclusão. Para o povo maori da Nova Zelândia cada coisa, e não apenas as pessoas, tem alma. Em comunidades tradicionais de África também se encontra essa interação matéria-espírito. Ora, se dizem a nós que um aborígene cultua uma árvore ou pedra, um totem ou ave, com certeza faremos um olhar de desdém. Mas quantos de nós não cultuam o próprio carro, um determinado vinho guardado na adega, uma jóia? Assim como um objeto se associa a seu dono nas comunidades tribais, na sociedade de consumo o mesmo ocorre sob a sofisticada égide da grife. Não se compra um vestido, compra-se um Gaultier; não se adquire um carro, e sim uma Ferrari; não se bebe um vinho, mas um Château Margaux. A roupa pode ser a mais horrorosa possível, porém se traz a assinatura de um famoso estilista a gata borralheira transforma-se em cinderela... Somos consumidos pelas mercadorias na medida em que essa cultura neoliberal nos faz acreditar que delas emana uma energia que nos cobre como uma bendita unção, a de que pertencemos ao mundo dos eleitos, dos ricos, do poder. Pois a avassaladora indústria do consumismo imprime aos objetos uma aura, um espírito, que nos transfigura quando neles tocamos. E se somos privados desse privilégio, o sentimento de exclusão causa frustração, depressão, infelicidade. Não importa que a pessoa seja imbecil. Revestida de objetos cobiçados, é alçada ao altar dos incensados pela inveja alheia. Ela se torna também objeto, confundida com seus apetrechos e tudo mais que carrega nela mas não é ela: bens, cifrões, cargos etc. Comércio deriva de "com mercê", com troca. Hoje as relações de consumo são desprovidas de troca, impessoais, não mais mediatizadas pelas pessoas. Outrora, a quitanda, o boteco, a mercearia, criavam vínculos entre o vendedor e o comprador, e também constituíam o espaço das relações de vizinhança, como ainda ocorre na feira. Agora o supermercado suprime a presença humana. Lá está a gôndola abarrotada de produtos sedutoramente embalados. Ali, a frustração da falta de convívio é compensada pelo consumo supérfluo. "Nada poderia ser maior que a sedução" - diz Jean Baudrillard - "nem mesmo a ordem que a destrói." E a sedução ganha seu supremo canal na compra pela internet. Sem sair da cadeira o consumidor faz chegar à sua casa todos os produtos que deseja. Vou com freqüência a livrarias de shoppings. Ao passar diante das lojas e contemplar os veneráveis objetos de consumo, vendedores se acercam indagando se necessito algo. "Não, obrigado. Estou apenas fazendo um passeio socrático", respondo. Olham-me intrigados. Então explico: Sócrates era um filósofo grego que viveu séculos antes de Cristo. Também gostava de passear pelas ruas comerciais de Atenas. E, assediado por vendedores como vocês, respondia:
"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz".

Frei Beto