| Divulgação | |
| Nogueira Armando Nogueira fez história no jornalismo brasileiro. Com 60 anos de carreira, levou para os jornais um jeito único de falar de futebol e marcou o jornalismo televisivo ao ajudar a criar o programa "Jornal Nacional" e "Globo Repórter". Consagrado cronista esportivo, Nogueira é admirado e respeitado por seu trabalho e foi uma verdadeira referência jornalística para inúmeros profissionais da área. Alice-Maria Reiniger, hoje Diretora de Desenvolvimento de Programas Especiais da Globo, trabalhou com Nogueira por anos e, em março de 2009, quando foi homenageada pelo Troféu Mulher Imprensa por sua colaboração ao jornalismo, Alice-Maria destacou a importância do colega em seu trabalho. "O principal responsável pela minha formação, no entanto, foi o Armando Nogueira, que, com uma história de sucesso na imprensa escrita, aceitou o desafio de implantar o telejornalismo na Globo. Ele chegou à TV Globo no dia 1 de setembro, como Diretor de Jornalismo. Eu, no dia 30 de setembro, como estagiária. Eu não conhecia o Armando pessoalmente. Foram mais de 20 anos de trabalho diário e uma amizade para sempre", contou à reportagem de IMPRENSA. Morto na manhã desta segunda-feira (29), no Rio de Janeiro (RJ), Nogueira é autor de dez livros, todos sobre futebol, e mantinha coluna reproduzida em mais de 60 jornais brasileiros. Durante sua carreira foi parceiro e colaborador de IMPRENSA e desde o primeiro ano da revista, em 1987, o jornalista já era citado e aparecia nas páginas da publicação. Alguns anos mais tarde, tornou-se colunista de IMPRENSA. "Assim, sentimo-nos felizes em poder anunciar, a partir desta edição especial de aniversário, a estreia de novos profissionais que vêm reforçar nossa equipe de colunistas", anunciou em editorial Dante Mattiussi, então editor de IMPRENSA, em setembro de 1994. Nogueira estreou a coluna "Prosa e verso" com o texto "Não tem salário. Culpa da rainha Elizabeth". Confira no fim da postagem a íntegra da coluna. Além disso, IMPRENSA abriga outros registros e comentários de seu trabalho. Veja a seguir, alguns trechos de matérias que citam Armando Nogueira, assim como fragmentos de textos do jornalista. TELEVISÃO/JORNAL NACIONAL Diz o provérbio chinês que "uma boa imagem vale mais que mil palavras". Até pode ser verdade, mas se o chinês do provérbio aparecesse um dia numa redação de televisão talvez sentisse o tamanho do estrago que sua máxima provocou na cabeça dos telejornalistas (...). É bobagem dizer que a palavra prejudica a imagem. Pois é justamente na televisão que a palavra, por ser falada, realiza plenamente o seu poder mágico. Voltaire já dizia que o que entra pelos ouvidos vai direto ao coração. Naturalmente, estamos falando de uma mensagem em que as expressões visual e verbal se juntam, com harmonia, formando o casamento perfeito entre a imagem e a palavra. (...) E, encerrando nossa conversa, vamos retocar o provérbio chinês. Para o bem do telejornalismo, passa a ser assim enunciado: 'Uma boa imagem vale mais...Com uma boa palavra. (setembro de 1990) O Armando Nogueira dizia que o "Jornal Nacional" era como um boeing: decolou, está sujeito a panes tanto de quem está em terra quanto de quem está no ar. Claro que, no caso de um erro, a gente perde um pouco a naturalidade. (Cid Moreira em matéria publicada em setembro de 1992) PALAVRA Juvenal Antunes foi o poeta da minha infância. Vivo, estaria fazendo 100 anos. Na voz dele, descobri o encanto musical das palavras. Tinha eu dez pra onze, se tanto, quando ouvi, pela primeira vez, alguém recitar versos de amor. Era ele. Declamava no meio da rua, em plena luz do dia. Trovador de sol a pino. Me lembro como se fosse hoje : uma mesinha de madeira, um copo, um guarda-sol desbotado, em frente da hospedaria. Ali, sentadinho, Juvenal passava o dia. Sempre de pileque. Bebia - fiquei sabendo mais tarde - o meu amado poeta gim com vermute. O traje, nunca o vi com outra roupa: só usava calças de caroá , chinelos surrados e um robe florido, cheio de manchas. Respingo do trago favorito e companheiro. (Outubro de 1994) MORTE DE HERON DOMINGUES Rimos muito no jantar, relembrando incidentes de redação que nunca chegam ao telespectador. Uma noite, Heron saiu com a mulher para uma festa de traje a rigor . De repente, terremoto na Nicaragua. O jantar elegante simplesmente dançou porque o velho repórter preferiu esperar a primeira radiofoto da tragédia, que só chegaria muito tarde . Na madrugada, a cena era esta: Heron, de plantão no estúdio, pronto para dar a extra, e Helena, a mulher dele, dormindo de vestido longo num surrado sofá da redação. Heron Domingues me deixou na calcada da minha casa, as duas horas da manha. Estava contente como um "foca" que acabasse de ver publicada no jornal a sua primeira reportagem. Três horas depois, Alice-Maria me telefona: Heron Domingues acaba de morrer. Morreu do coração. Fui encontra-lo na Capela Real Grandeza. A mascara da morte mal se insinuava no perfil ja saudoso de Heron. Aos amigos que chegavam, ele ia dizendo, em primeira mac), na linguagem silenciosa de um rosto serenado, que tivera uma morte cordial. (Julho de 1988) ELEIÇÕES Os jornalistas distorciam os fatos porque estavam engajados na campanha do Lula; houve entrevistas em que esperavam o candidato cantando a canção da campanha dele". Segundo Nogueira, houve também uma tentativa de 'noticiar que Collor estava fazendo acertos políticos, enquanto Lula fazia acordos'. A palavra acerto, para ele, tem uma conotação de coisa por baixo do pano, 'então, estabeleci que os dois candidatos faziam acordos'. Para Armando Nogueira, 'muitos colegas jovens deixaram-s e trair pela paixão partidária, o que afetou - e afeta - a credibilidade da Imprensa. (Trecho da matéria "Rabos de Aluguel", de Fevereiro de 1990) PERFIL Voltemos no tempo. Em sua estréia em 1954, na Suíça, quando fechava suas matérias por telex ao lado de medalhões como David Nasser, Ricardo Barreto e Romualdo Silva, o foca Armando Nogueira teve uma idéia que marcaria sua carreira definitivamente. Apesar de não ser um repórter fotográfico, gastou todas suas economias em uma Rolleiflex, a dama das câmeras fotográficas na época. No dia do jogo entre Brasil e Hungria, considerada uma das favoritas do torneio, Armando resolveu ir para o vestiário, com sua Rolleiflex em punho, antes do fim do jogo par a entrevistar o jogador Nilton Santos, que tinha sido expulso. "O Brasil foi eliminado e houve tremendo sururu entre os jogadores no túnel que levava aos vestiários. Eu estava lá e fui surpreendido com a briga. Aí levantei minha câmera a apertei o flash eletrônico. Não tinha idéia do que tinha saído". Terminada a confusão, Armando Nogueira foi correndo para o hotel e entregou seu filme para o fotógrafo Angelo Regato, do Diario da Noite. "No outro dia, ele chegou no meu quarto e mostrou a foto. Era o Zezé Moreira (técnico da selecao) jogando uma chuteira. Nos jornais daquele dia tinha outra foto, do presidente da delegação húngara, com a cara cheia de esparadrapo, dizendo que tinha recebido uma `chuteirada: A associação era óbvia . A chuteirada seria do técnico da seleção brasileira". A notícia da tal foto correu rápido e chegou até a concentração da seleção brasileira. Naquele mesmo dia, Zezé Moreira foi procurar Armando no hotel para tentar convencê-lo a não divulgar a imagem comprometedora. Tarde demais. "Eu disse: `não posso fazer mais nada, já mandei para o Brasil '. Ele rompeu relações comigo e só se reconciliou no final da carreira dele, em uma noite de autógrafos do Rio de Janeiro . O fato é que vendi essa foto até para o El Grafico, na Argentina. Contrai um inimigo, mas fiz uma foto que me colocou em evidência na profissão" (Perfil de Armando Nogueira, de junho de 2006) Não tem salário. Culpa da rainha Elizabeth Agua-marinha para Sua Majestade causa revolta nos Associados Por Armando Nogueira Fernando Morais conta, no excelente livro Chatô, o rei do Brasil, que Assis Chateaubriand assustou a imprensa internacional quando deu, de mão beijada, a seus empregados, um império de 90 empresas : entre elas, jornais, revistas, rádios, televisões, agências de notícias o diabo . O mínimo que se dizia, lá fora, então, é que o homem era um milionário excêntrico, doido varrido. Coisa nenhuma. Chateaubriand era, sim, um homem de exceção. Uma força da natureza. Tinha o gosto da aventura e jamais traiu essa vocação. Conheci-o nos anos 50 . Eu, repórter, ele, já cidadão do mundo, montado numa biografia de mil caras, cada qual mais fascinante que a outra. Era querido e odiado com igual veemência -e com espantosa intermitência, também. Era de impressionar o fragor com que Chateaubriand entrava no coração das pessoas. Entrava e saía, sempre tempestuosamente. Quem chegasse perto dele dificilmente resistia a seus encantos. Seduzia Deus e o mundo com o talento de seus gestos e, sobretudo, de seu verbo. Tinha o dom do mandachuva em tudo e com todos. Ele próprio, no topo da glória, crismou-se o "cacique da taba Tupi". Chateaubriand, ou melhor, o doutor Assis, como gostava de ser chamado pelos mais chegados, provocou em mim um sábado de cão que, hoje, relembro sem travo algum, mas que, na época, quase me mata de indignação. A mim e a redação inteira do Diário da Noite: por sinal, o vespertino mais irreverente da cadeia associada. Popularesco até na cor: era impresso num extravagante papel verde-garrafa que, por si só, já degradava a notícia. Um dia, o papa Pio XII, à morte, uma perna gangrenada, o jornal me sai com a manchete: "O Pé do Papa Está Podre!". Tracei um breve perfil do jornal apenas pra não perder a chance de relembrar uma das manchetes mais despudoradas do jornalismo vespertino brasileiro. Minha história, porém, é outra. Na época, os jornais preferiam pagar os empregados semanalmente. Todo sábado, de manhã, a redação fervilhava: repórteres, fotógrafos, redatores, gráficos, todo mundo na fila do guichê pra receber sete dias de salário. Ganhava-se uma miséria, mas era melhor que nada. A maioria dos jornais do Rio, então, atrasava o pagamento meses a fio. Alguns pagavam em mercadoria. Eu mesmo, no Diário Carioca, andei recebendo, alguns meses, o valor do meu salário em liquidificadores, colchões de mola, poltronas e até bugigangas que o departamento comercial permutava com os anunciantes... Num fim-de-semana do ano de 1953, o guichê do Diário da Noite amanheceu fechado. Coisa estranha, pensamos todos. Em pouco tempo, a redação estava lotada; e já fermentando. Explicação, nenhuma. Eis que, a certa altura, entra pelo salão, ventando fogo, Fernando Chateaubriand, diretor do jornal e filho do patrão. Era um rapaz de 30 anos, se tanto. Atlético, sanguíneo . Cara fechada, Fernando sobe numa cadeira pra ser visto por todos. Bate palma, pede um minuto de atenção. - Quero avisar que não tenho dinheiro para pagar o salário de vocês. Eu tinha o dinheiro, até ontem. Acontece que meu pai passou por aqui, de noite, e raspou o cofre do jornal. Levou o dinheiro de vocês e comprou uma água marinha para dar de presente à princesa Elizabeth que acaba de ser coroada rainha da Inglaterra. Achei isso um a molecagem. Não ponho mais meus pés aqui. Acabo de me demitir da direção do jornal. Perdoei o dr. Assis, mas não perdôo a rainha Elizabeth . Até hoje Sua Majestade não agradeceu o presente que lhe mandei, com o coração sangrando... Jogo de palavras Só conheço um sentimento mais forte que o amor-próprio : o próprio amor. Os ossos do ofício Pergunta-me um estudante de jornalismo se o ofício de escrever me dá prazer. Escrever, não; ter escrito, sim . O ato em s i é penoso . Quem tem apreço pela palavra, como eu tenho, sofre muito. A busca da palavra que seja, ao mesmo tempo, exata e musical, é um parto . Dói muito. O sangue ferventa. Ao fim de cada texto, mesmo um reles bilhete, dou um suspiro de alívio . Sinto-me como Julio Cortázar, para quem o ofício de escrever é esticar o arco até o limite máximo ; disparada a flecha, vai-se tomar vinho com os amigos . . . Por sua vez, o doutor Johnson dizia que só um desmiolado escreve por prazer. . .Um dia, Paul Valéry passeava com André Gide, no jardim botânico de Montpellier. - A mim - confessa Gide - se me impedissem de escrever, eu me mataria. - Pois a mim - responde Valéry se me obrigassem a escrever, eu me mataria. |
Espaço para opiniões diversas dos propietários e dos leitores sobre quaisquer coisas que lhe interessem, ou não.
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segunda-feira, março 29, 2010
Armando Nogueira para a Revista Imprensa
Armando Nogueira (1927-2010)
Morreu o jornalista brasileiro Armando Nogueira. Pioneiro do jornalismo televisivo no Brasil,criador do "Jornal Nacional" e antigo director da Central Globo de Jornalismo da Rede Globo de Televisão, tinha 83 anos. (Veja vídeos colocados no YouTube no final do texto)
Armando Nogueira foi pioneiro do jornalismo televisivo no Brasil
Tinha 60 anos de carreira e o seu primeiro emprego como jornalista foi em 1950 na editoria de desporto do "Diário Carioca", onde trabalhou ao longo de 13 anos. Como repórter, fez a cobertura de todos os Mundiais de Futebol a partir de 1954 e de todo os Jogos Olímpicos desde 1980.
Jornalista e comentarista desportivo, Armando Nogueira escreveu parte da história da televisão brasileira, onde deixa uma grande lacuna.
Criador do "Jornal Nacional" e "Globo Repórter"
No jornalismo televisivo, onde começou em 1959 na antiga TV-Rio , deixou marcas e fez escola. Foi director da Central Globo de Jornalismo da Rede Globo de Televisão , onde dirigia também a Divisão de Desporto.
Na Globo, foi responsável pela implantação dos programas jornalísticos em rede nacional e pela criação dos programas "Jornal Nacional" e "Globo Repórter".
Trabalhou, ainda, na TV-Bandeirantes , no SportTV e na rádio CBN .
Foi redactor-principal da revista "Manchete" e fotojornalista da revista "O Cruzeiro" , publicações já extintas.
Em 1959, entrou para o "Jornal do Brasil", onde foi redactor, tendo, de 1961 a 1973, assinado a coluna diária "Na Grande Área".
Autor de textos memoráveis, "falava de futebol com simplicidade" e "fazia os assuntos mais complicados parecerem o mais simples possível". Foi repórter, redator e colunista.
Era, também, piloto e poeta.
Armando Nogueira faleceu hoje, na sua casa no Rio de Janeiro, de cancro. O funeral está a decorrer na Tribuna de Honra do Estádio do Maracanã. O funeral realizar-se-á amanhã, no Cemitério S.João Batista, em Botafogo, no Rio de Janeiro
O filho de Armando Nogueira foi um dos poucos familiares a conceder entrevista durante o velório do jornalista, que morreu vítima de câncer no cérebro nesta manhã de segunda-feira. Diante dos dizeres "O Rio de Janeiro está de luto" estampados nos dois placares eletrônicos do Maracanã, onde o corpo está sendo velado, Armando Augusto Nogueira lembrou o início de sua carreira na imprensa e fez metáforas sobre a morte do pai.
"Como profissional, ele primou pela lisura ética e tinha uma grande responsabilidade com a sociedade. Era uma pessoa simples e elegante", disse Armando Augusto Nogueira, também jornalista. "Minha relação com ele foi de amigo e chefe. Foi meu guru e despertou meu interesse pelo jornalismo. O destino aprontou conosco: ele foi meu chefe e eu também fui chefe dele por duas vezes", acrescentou.
A família de Armando Nogueira pediu para que a imprensa não abordasse os familiares no velório e solicitou que as imagens fossem feitas à distância. Wilson Nogueira, irmão mais velho do jornalista, chegou emocionado ao Maracanã, abraçou Armando Augusto e não quis falar com os repórteres presentes no estádio. Personalidades como o ator e diretor Daniel Filho e Luís Erlanges, diretor de comunicação da Rede Globo, também marcaram presença no velório.
Armando Nogueira, que morreu aos 83 anos, também era apaixonado pela aviação. O hobby do jornalista foi lembrado por Armando Augusto, que metaforizou a morte do pai. "Ele pediu autorização para da torre para decolar e será um pouso de manteiga. O voo dele foi sem turbulência em um céu de brigadeiro", disse.
Presidente do Fluminense, Roberto Horcades também teceu elogios a Armando Nogueira. Parceiro do jornalista nas idas ao clube de aviação em Jacarepaguá, o dirigente comentou que o amigo "foi um marco" e que "o jornalismo está dividido entre antes e depois de Armando".
Placares do Maracanã homenageiam Armando Nogueira
Foto: Júlia Ribeiro/Especial para Terra
Foto: Júlia Ribeiro/Especial para Terra
PÉROLAS DO MESTRE (O MESTRE ARMANDO NOGUEIRA)
O Rei e a bola
"Pelé é tão perfeito que se não tivesse nascido gente, teria nascido bola."
Mané e o drible
"Para Mané Garrincha, o espaço de um pequeno guardanapo era um enorme latifúndio."
Perfeição
“A tabelinha de Pelé e Tostão confirma a existência de Deus.”
Habilidade
"No futebol, matar a bola é um ato de amor. Se a bola não quica, mau-caráter indica."
Humor
"Anúncio: troco dois pés em bom estado de conservação por um par de asas bem voadas."
Crítica
"Os cartolas pecam por ação, omissão ou comissão"
Ídolos
"Heróis são reféns da glória. Vivem sufocados pela tirania da alta performance"
Enciclopédia
"Tu, em campo, parecias tantos, e no entanto, que encanto! Eras um só, Nílton Santos".
Zico
"A bola é uma flor que nasce nos pés de Zico, com cheiro de gol."
O gol
“Gol de letra é injúria; gol contra é incesto; gol de bico é estupro."
sexta-feira, março 26, 2010
A Vida como eu Vejo
Eu sempre acho que às vezes na vida, a gente vive tão mal, que às vezes a gente precisa perder as pessoas prá descobrir o valor que elas têm. Às vezes as pessoas precisam morrer, pra gente saber a importância que elas tinham(...). De repente você é surpreendido com a notícia de que aquela pessoa bacana, amiga, cheia de vida, de repente não existe mais. Fico pensando assim, que às vezes na vida o ensinamento mais doído seja esse, quando na vida nós já não temos mais a oportunidade de fazer alguma coisa, e o inferno talvez seja isso. A impossibilidade de mudar alguma situação.
E quando as pessoas morrem já não há mais o que dizer, porque mortos não podem perdoar, mortos não podem sorrir, mortos não podem amar, nem tão pouco ouvir de nós que nós os amamos(...). Fico pensando, que às vezes, na correria do dia a dia,
passamos apressados, falamos rapidamente, deixamos aquela visita prá amanhã, desligamos o telefone rápido, sem pensar que pode ser a última vez que veremos aquela pessoa. É assim. Se soubéssemos que aquela era a última oportunidade de ver aquela pessoa, de olhar nos olhos dela, de falar com ela, certamente teríamos esquecido toda a pressa. Porque quando a vida é assim, e você sabe que é a ultima oportunidade, você não tem pressa prá mais nada, já não há mais o que eu fazer, e essa é a beleza da última ceia de Jesus.
Não há pressa, o momento é feito para celebrar, a mística da última ceia está ali, Jesus reúne aqueles que pra ele tinha um valor especial, inclusive o traidor estava lá.
E descobrimos com isso, que não temos o direito de esperar amanhã pra dizer que amamos, pra perdoar, pra abraçar, dizer que aquela pessoa é importante, que é especial.
Não! O amanhã eu não sei se existe, mas o agora eu sei que existe, e às vezes na vida nos perdemos... Quantas vezes nós passamos um tempão sem falar com alguém, por culpa da pressa... a gente se dá o luxo de passar tempos e tempos sem falar com uma pessoa, e de repente não temos mais nem 5 minutos pra conversar com alguém que foi importante, que fez parte da nossa vida..
Não espere as pessoas morrerem, irem embora, não espere o definitivo bater na sua porta, nós não conhecemos a vida e não sabemos o que virá amanhã. Viva como se fosse o último dia da sua história, se hoje você tivesse que realizar a sua última ceia, porque é conhecedor que hoje é o último de sua vida, certamente você não teria tempo pra pressa. Você celebraria até o fim e gostaria de ficar ao lado de quem você ama. É preciso fazer a dinâmica da última ceia todos os dias, viver como se fosse o ultimo dia da sua vida, viver como se fosse a última oportunidade de amar quem você ama, de olhar nos olhos de quem pra você é especial.
Por que é assim, quando o outro vai embora é que a gente descobre o tamanho do espaço que ele ocupava.
POR EUNICE FAGUNDES EM SUA AUTODEFINIÇÃO EM PÁGINA DE SÍTIO DE RELACIONAMENTO
COMENTÁRIO MEU: Nada a acrescentar. Perfeito.
domingo, fevereiro 28, 2010
Não somos mais diferentes
por Flaviano Oliveira :Batista no seu blog
A muito tempo não posto aqui, é sempre assim. Começo bem, mas depois esqueço de mim mesmo.
Este post é para mostrar minha indignação sobre o fato que ocorreu nesta semana no Mato Grosso do Sul, onde um bebê morreu durante o parto porque o EGO de dois profissionais de saúde, médicos, foi maior que os seus juramentos e dever a cumprir.
Durante o parto os 2 médicos iniciaram uma briga, que foi a via de fatos, e que resultou na morte do bebê por asfixia.
Acho que a justiça tem de ser dura com este sacanas e calhordas, pois abdicaram de suas obrigações para se estapearem para ver quem deveria fazer o parto, resultado: nenhum dos 2 o fez e o bebê morreu.
Eis minha sentença:
1) Perda do CRM e impossibilidade de trabalhar novamente como profissionais de saúde;
2) Acusação de homicídio doloso, indo a júri popular;
3) Pagamento de pensão a família da vítima por pelo menos 21 anos, ou acordo de valores indenizatório (não traz a criança de volta, mas servirá de punição e ressarcimento material dos gastos da família para a chegada dela);
Acho que somente assim teremos médicos cuidando de pessoas novamente.
Sds,
Flaviano
PS.: A razão do título é para dizer que a diferença entre o homem e os animais, ditos irracionais, praticamente não existe mais, pois perdemos o principal fator que nos diferencia: - a nossa humanidade.
A muito tempo não posto aqui, é sempre assim. Começo bem, mas depois esqueço de mim mesmo.
Este post é para mostrar minha indignação sobre o fato que ocorreu nesta semana no Mato Grosso do Sul, onde um bebê morreu durante o parto porque o EGO de dois profissionais de saúde, médicos, foi maior que os seus juramentos e dever a cumprir.
Durante o parto os 2 médicos iniciaram uma briga, que foi a via de fatos, e que resultou na morte do bebê por asfixia.
Acho que a justiça tem de ser dura com este sacanas e calhordas, pois abdicaram de suas obrigações para se estapearem para ver quem deveria fazer o parto, resultado: nenhum dos 2 o fez e o bebê morreu.
Eis minha sentença:
1) Perda do CRM e impossibilidade de trabalhar novamente como profissionais de saúde;
2) Acusação de homicídio doloso, indo a júri popular;
3) Pagamento de pensão a família da vítima por pelo menos 21 anos, ou acordo de valores indenizatório (não traz a criança de volta, mas servirá de punição e ressarcimento material dos gastos da família para a chegada dela);
Acho que somente assim teremos médicos cuidando de pessoas novamente.
Sds,
Flaviano
PS.: A razão do título é para dizer que a diferença entre o homem e os animais, ditos irracionais, praticamente não existe mais, pois perdemos o principal fator que nos diferencia: - a nossa humanidade.
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Perguntas & Respostas
50 perguntas para você fazer a si mesma(o)...:(compartilhado por Abimael Costa via Buzz)
"1. Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos tem?
2. O que é pior, fracassar ou nunca tentar?
3. Se a vida é tão curta, por que a gente faz tanta coisa que não gosta e gosta de tantas coisas que não fazemos?
4. Depois que tudo for dito e feito, você terá dito mais ou feito mais?
5. Cite uma única coisa que você gostaria de mudar no mundo.
6. Se a felicidade fosse a moeda do país, que tipo de trabalho te faria rico?
7. Você está fazendo aquilo em que acredita ou se acomodou com o que faz?
8. Se a expectativa de vida fosse de 40 anos, em que isso mudaria sua vida?
9. Até que ponto você controlou o caminho que sua vida tomou até aqui?
10. Você se preocupa em fazer certo as coisas ou fazer as coisas certas?
11. Você está almoçando com três pessoas que respeita e admira. Todas elas começam a criticar um amigo íntimo seu, não sabendo que é seu amigo. A crítica é injusta e de mau gosto. O que você faz?
12. Se você pudesse dar um único conselho a um recém-nascido, qual seria?
13. Você passaria por cima de uma lei para salvar uma pessoa amada?
14. Você já viu loucura onde depois viu criatividade?
15. Há algo que você sabe que faz diferente das outras pessoas? O que é?
16. Por que o que te faz feliz não faz todos felizes necessariamente?
17. Cite uma coisa que você ainda não fez mas que quer MUITO fazer. O que te impede?
18. Você está se prendendo a algo que não deveria?
19. Se você tivesse que mudar de estado ou país, para onde iria e por quê?
20. Você aperta o botão do elevador mais de uma vez? Tem certeza de que isso acelera o elevador?
21. Você preferiria ser um gênio preocupado ou um Zé-ninguém feliz?
22. Por que você é quem você é?
23. Você tem sido o tipo de amigo que gosta de ter como amigo?
24. O que é pior, quando um bom amigo vai pra longe ou perder o contato com um amigo que mora bem próximo de você?
25. Cite algo pelo qual você é mais grato.
26. Você preferiria perder suas velhas recordações ou nunca poder construir memórias novas?
27. É possível saber a verdade sem antes questioná-la?
28. O seu maior medo já se concretizou?
29. Você se lembra algo que te deixou extremamente aborrecido há 5 anos? Hoje, aquele episódio importa?
30. Qual é sua memória da infância mais querida? O que a faz tão especial?
31. Quando no seu passado recente você se sentiu mais vivo e intenso?
32. Se não agora, quando?
33. Se você ainda não alcançou o que quer, o que tem a perder?
34. Você já esteve com alguém, não disse nada, e saiu com a sensação de que teve a melhor conversa da sua vida?
35. Por que religiões que pregam o amor causam tantas guerras?
36. É possível saber, sem sombra de dúvida, o que é bom e o que é mau?
37. Se você ganhasse 1 milhão de dólares, largaria o seu emprego?
38. Você preferiria ter menos trabalho ou mais trabalho em algo que realmente goste?
39. Você sente que viveu este mesmo dia 100 vezes?
40. Quando foi a última vez que você entrou na escuridão com apenas uma vaga luz de idéia de algo em que você acreditava?
41. Se todos seus conhecidos morressem amanhã, quem você visitaria hoje?
42. Você concordaria reduzir sua vida em 10 anos para ser super atraente ou famoso?
43. Qual é a diferença em estar vivo e viver plenamente?
44. Quando vai ser o tempo de parar de calcular os riscos e apenas seguir adiante e fazer o que é certo?
45. Se aprendemos com nossos erros, por que temos tanto medo de errar?
46. O que você faria diferente se soubesse que ninguém te julgaria?
47. Quando foi a última vez que você reparou no som da sua respiração?
48. O que você ama? Suas ações recentes refletem este amor?
49. Daqui a 5 anos, você vai lembrar do que fez ontem? E ante-ontem? E o dia anterior?
50. As decisões são feitas agora. A pergunta é: você está decidindo por si só ou deixando que outros decidam por você?
"

"1. Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos tem?
2. O que é pior, fracassar ou nunca tentar?
3. Se a vida é tão curta, por que a gente faz tanta coisa que não gosta e gosta de tantas coisas que não fazemos?
4. Depois que tudo for dito e feito, você terá dito mais ou feito mais?
5. Cite uma única coisa que você gostaria de mudar no mundo.
6. Se a felicidade fosse a moeda do país, que tipo de trabalho te faria rico?
7. Você está fazendo aquilo em que acredita ou se acomodou com o que faz?
8. Se a expectativa de vida fosse de 40 anos, em que isso mudaria sua vida?
9. Até que ponto você controlou o caminho que sua vida tomou até aqui?
10. Você se preocupa em fazer certo as coisas ou fazer as coisas certas?
11. Você está almoçando com três pessoas que respeita e admira. Todas elas começam a criticar um amigo íntimo seu, não sabendo que é seu amigo. A crítica é injusta e de mau gosto. O que você faz?
12. Se você pudesse dar um único conselho a um recém-nascido, qual seria?
13. Você passaria por cima de uma lei para salvar uma pessoa amada?
14. Você já viu loucura onde depois viu criatividade?
15. Há algo que você sabe que faz diferente das outras pessoas? O que é?
16. Por que o que te faz feliz não faz todos felizes necessariamente?
17. Cite uma coisa que você ainda não fez mas que quer MUITO fazer. O que te impede?
18. Você está se prendendo a algo que não deveria?
19. Se você tivesse que mudar de estado ou país, para onde iria e por quê?
20. Você aperta o botão do elevador mais de uma vez? Tem certeza de que isso acelera o elevador?
21. Você preferiria ser um gênio preocupado ou um Zé-ninguém feliz?
22. Por que você é quem você é?
23. Você tem sido o tipo de amigo que gosta de ter como amigo?
24. O que é pior, quando um bom amigo vai pra longe ou perder o contato com um amigo que mora bem próximo de você?
25. Cite algo pelo qual você é mais grato.
26. Você preferiria perder suas velhas recordações ou nunca poder construir memórias novas?
27. É possível saber a verdade sem antes questioná-la?
28. O seu maior medo já se concretizou?
29. Você se lembra algo que te deixou extremamente aborrecido há 5 anos? Hoje, aquele episódio importa?
30. Qual é sua memória da infância mais querida? O que a faz tão especial?
31. Quando no seu passado recente você se sentiu mais vivo e intenso?
32. Se não agora, quando?
33. Se você ainda não alcançou o que quer, o que tem a perder?
34. Você já esteve com alguém, não disse nada, e saiu com a sensação de que teve a melhor conversa da sua vida?
35. Por que religiões que pregam o amor causam tantas guerras?
36. É possível saber, sem sombra de dúvida, o que é bom e o que é mau?
37. Se você ganhasse 1 milhão de dólares, largaria o seu emprego?
38. Você preferiria ter menos trabalho ou mais trabalho em algo que realmente goste?
39. Você sente que viveu este mesmo dia 100 vezes?
40. Quando foi a última vez que você entrou na escuridão com apenas uma vaga luz de idéia de algo em que você acreditava?
41. Se todos seus conhecidos morressem amanhã, quem você visitaria hoje?
42. Você concordaria reduzir sua vida em 10 anos para ser super atraente ou famoso?
43. Qual é a diferença em estar vivo e viver plenamente?
44. Quando vai ser o tempo de parar de calcular os riscos e apenas seguir adiante e fazer o que é certo?
45. Se aprendemos com nossos erros, por que temos tanto medo de errar?
46. O que você faria diferente se soubesse que ninguém te julgaria?
47. Quando foi a última vez que você reparou no som da sua respiração?
48. O que você ama? Suas ações recentes refletem este amor?
49. Daqui a 5 anos, você vai lembrar do que fez ontem? E ante-ontem? E o dia anterior?
50. As decisões são feitas agora. A pergunta é: você está decidindo por si só ou deixando que outros decidam por você?
1 pessoa gostou dessa atualização - Daniel Fernandes
Respondido por: Edmundo Fontela Emediato Grieco , ou seja EU
As faço. E as Respondo.
1- 30, pelo menos por mais 16 dias
2- Depende do que houver a perder. O não tentar é fracasso certo, mas muitas vezes é grátis. Se tentar e fracassar tiver um preço, há que se decidir o que é preferível em cada caso.
3- Porque tudo na vida tem preço e recompensa. Fazemos o que não gostamos na tentativa de viabilizar as coisas que gostamos, e deixamos de fazer coisas que gostamos, por não termos conseguido viabilizar, por falta de tempo (que essa acontece porque priorizamos a busca de um outro bem que nos seja mais valioso)
4- Para quase tudo terei feito mais, exceto no que tange a sexo, que terei dito mais.
5- O saldo da minha conta Bancária. Uns quinze ou vinte dígitos a mais tava bom.
6- O ócio.
7- Claro. Sempre.Não consigo crer que alguém tenha motivação para fazer o que não acredta.
8- Em nada. Aliás minha espectativa de vida é essa.
9- Até o ponto em que é possível. Os caminhos, eu os escolhi, nem sempre as opções que existiam para escolher eram as desejáveis.
10- Ambos. Não pode? Fazer as coisas certas do jeito certo.
11- Ajo como contraponto. Mas isso é o que eu mais gosto de fazer. Tipo se eles estivessem falando bem desse meu amigo, e esses elogios fossem justos e merecidos, ainda assim eu seria o contraponto. "Toda Unanimidade é Burra" Nelson Rodrigues
12- Abra os ouvidos e feche a boca.
13- Depende. Qual lei? Se for uma que eu considere injusta, inadequada ou burra... "Debaixo da Letra que mata, o espírito que vivifica" Victor Hugo. Se em meu julgamento a lei for correta? Não.
14- Todas as vezes. Se reconheço alguma criatividade, a primeira impressão é da loucura... e as vezes não é só antes, é durante e depois também... mas será que isso é ruim?
15- O mundo tem quase sete bilhões de pessoas vivas hoje, se contarmos as que já morreram não haverá palavra para descrever esse numeral. É claro que não há nada que eu já tenha feito ou vá fazer, que seja totalmente diferente do que todas as pessoas fazem, ou já tenham feito, ou até ainda farão independente de mim. Assim como também não há nada que eu faça que seja exatamente igual ao que todos os outros façam ou tenham feito, ou venham a fazer. Tá não era para ser algo definitivo assim. tudo bem. Não vamos ser racionais e nem fatalistas. Pronto. Assim sendo posso responder por exemplo responder esse questionário. Ninguém o responde como eu. (esse ninguém é uma figura de liguagem, claro).
16- Muito fácil cara... porque o meu interesse não é necessáriamente o interesse de todos, morou?
17- Sexo com a Angelina Jolie. O que me impede? Não sei. O que vocè acha?
18- Muito provavelmente sim. Eu sei que essa não tem um: "Por que?" mas eu insisto, porque EU assim considero que devo me prender, se não, eu não me prenderia, mas como é meu próprio julgamento que mais importa para mim... me prendo as coisas que eu considere que eu deva, mesmo que eu esteja equivocado...
19- Se fosse de estado, São Paulo, se fosse de país, Argentina. Porque são próximos da (tanto geograficamente como em modo de vida) podendo eu manter contato, visitar e ser visitado pelos meus e ainda manter o meu way of life parecido com o que já tenho. Além de ser mais ao sul (latitudes mais altas portanto mais frio) e por fim eu poder me manter tanto mais longe do mar quanto possivel.
20- Sim. Claro que não. Mas me acalma e passa o tempo...
21- Peraí... Eu sou um gênio... e sou um Zé ninguém... e me preocupo... e sou feliz... essas coisas não são excludentes.
22- Essa é das mais fáceis da lista - em parte pela Herança Genética de Papai e de Mamãe, em parte por influência do meio, em parte pelo que eu próprio decido ser.
23- Claro. E quando os amigos também não o são... perdem a condição.
24- Vamos lá.. é pior perder o contato com o amigo que está próximo mas isso se a amizade subsiste. Se o amigo está próximo e o contato não há. Grande chance é de que a amizade não exista... e nesse caso quanto menos contato melhor.
25- Mas eu sou grato tanto e por tantas coisas que quase fica inviável responder. Vamos dar então uma resposta genérica e simbólica. sou Muito grato a tudo e a todos que em alguma medida viabilizaram que eu estivesse aqui, na minha casa, deitado na minha cama, vendo futebol na minha tv, tomando a minha coca-cola, fumando o meu cigarro e respondendo este questionário no meu notebook aqui, agora.
26- A morte é melhor que ambos. Prefiro ela - sem nenhum drama.
27- Não. Aliás é necessário questioná-la antes, durante e depois (de novo essa) porque ela é dinamica.
28- Não. Nem vai. Nunca. Isso não o diminui.
29- Lembro. Tanto quanto há 5, 10, 15, 20, 25 anos atrás. Quem apanha lembra....
30- O dia que minha irmã nasceu. Você conhece ela?
31- Acho que uns outros meses atrás.
32- Quando eu quiser.
33- Tudo que eu alcancei no caminho.Porque eu teria que querer uma coisa só?
34- Sim e é bom.
35- Porque todas elas são baseadas em falácias.
36- Só do seu próprio ponte de vista e interesse.
37- Ontem.
38- Menos trabalho. Sempre. Por definição trabalho é uma coisa que você faz porque te pagam, se não é voluntariado. Se me pagarem para fazer menos, sobra mais tempo pro meu prazer e esse é a minha prioridade.
39- O de hoje? Não. Mas há dias...
40- A última? Meia hora atras.
41- Ninguém. Provavelmente mandaria e-mails, mensagens, pra alguns eu telefonaria até, mas eu ficaria em casa com minha família (afinal também os conheço)
42- Atraente... já sou... Famoso... já sou um tanto conhecido acho as vezes que até mais do que gostaria... Dez anos é muito tempo e bastante valioso, mas eu negociaria, só que por outras coisas... poder? talvez.. dinheiro? de quanto estamos falando?
43- Nunca vivi uma vida que não fosse plena para poder te responder essa...
44- Nunca. Sempre é bom calcular e ter consciência dos riscos antes de seguir em frente e fazer o que é certo. (de novo uma coisa não exclui a outra).
45- Porque achamos que errar é ruim... e isso é bom, caso contrário não nos esforçaríamos para acertar.
46- Nada
47- Toda noite na hora de dormir e por vezes isso me incomoda.
48- Minha vida, meu pensamento, meu sentimento, meu ponto de vista, meu prazer, minha história, minha conduta, meus princípios minha honra. Sim
49- De ontem algumas coisas. De anteontem de uma coisa. Do dia anterior, de nada... eu não fiz nada no dia anterior.
50- A minha vida, faço eu
1- 30, pelo menos por mais 16 dias
2- Depende do que houver a perder. O não tentar é fracasso certo, mas muitas vezes é grátis. Se tentar e fracassar tiver um preço, há que se decidir o que é preferível em cada caso.
3- Porque tudo na vida tem preço e recompensa. Fazemos o que não gostamos na tentativa de viabilizar as coisas que gostamos, e deixamos de fazer coisas que gostamos, por não termos conseguido viabilizar, por falta de tempo (que essa acontece porque priorizamos a busca de um outro bem que nos seja mais valioso)
4- Para quase tudo terei feito mais, exceto no que tange a sexo, que terei dito mais.
5- O saldo da minha conta Bancária. Uns quinze ou vinte dígitos a mais tava bom.
6- O ócio.
7- Claro. Sempre.Não consigo crer que alguém tenha motivação para fazer o que não acredta.
8- Em nada. Aliás minha espectativa de vida é essa.
9- Até o ponto em que é possível. Os caminhos, eu os escolhi, nem sempre as opções que existiam para escolher eram as desejáveis.
10- Ambos. Não pode? Fazer as coisas certas do jeito certo.
11- Ajo como contraponto. Mas isso é o que eu mais gosto de fazer. Tipo se eles estivessem falando bem desse meu amigo, e esses elogios fossem justos e merecidos, ainda assim eu seria o contraponto. "Toda Unanimidade é Burra" Nelson Rodrigues
12- Abra os ouvidos e feche a boca.
13- Depende. Qual lei? Se for uma que eu considere injusta, inadequada ou burra... "Debaixo da Letra que mata, o espírito que vivifica" Victor Hugo. Se em meu julgamento a lei for correta? Não.
14- Todas as vezes. Se reconheço alguma criatividade, a primeira impressão é da loucura... e as vezes não é só antes, é durante e depois também... mas será que isso é ruim?
15- O mundo tem quase sete bilhões de pessoas vivas hoje, se contarmos as que já morreram não haverá palavra para descrever esse numeral. É claro que não há nada que eu já tenha feito ou vá fazer, que seja totalmente diferente do que todas as pessoas fazem, ou já tenham feito, ou até ainda farão independente de mim. Assim como também não há nada que eu faça que seja exatamente igual ao que todos os outros façam ou tenham feito, ou venham a fazer. Tá não era para ser algo definitivo assim. tudo bem. Não vamos ser racionais e nem fatalistas. Pronto. Assim sendo posso responder por exemplo responder esse questionário. Ninguém o responde como eu. (esse ninguém é uma figura de liguagem, claro).
16- Muito fácil cara... porque o meu interesse não é necessáriamente o interesse de todos, morou?
17- Sexo com a Angelina Jolie. O que me impede? Não sei. O que vocè acha?
18- Muito provavelmente sim. Eu sei que essa não tem um: "Por que?" mas eu insisto, porque EU assim considero que devo me prender, se não, eu não me prenderia, mas como é meu próprio julgamento que mais importa para mim... me prendo as coisas que eu considere que eu deva, mesmo que eu esteja equivocado...
19- Se fosse de estado, São Paulo, se fosse de país, Argentina. Porque são próximos da (tanto geograficamente como em modo de vida) podendo eu manter contato, visitar e ser visitado pelos meus e ainda manter o meu way of life parecido com o que já tenho. Além de ser mais ao sul (latitudes mais altas portanto mais frio) e por fim eu poder me manter tanto mais longe do mar quanto possivel.
20- Sim. Claro que não. Mas me acalma e passa o tempo...
21- Peraí... Eu sou um gênio... e sou um Zé ninguém... e me preocupo... e sou feliz... essas coisas não são excludentes.
22- Essa é das mais fáceis da lista - em parte pela Herança Genética de Papai e de Mamãe, em parte por influência do meio, em parte pelo que eu próprio decido ser.
23- Claro. E quando os amigos também não o são... perdem a condição.
24- Vamos lá.. é pior perder o contato com o amigo que está próximo mas isso se a amizade subsiste. Se o amigo está próximo e o contato não há. Grande chance é de que a amizade não exista... e nesse caso quanto menos contato melhor.
25- Mas eu sou grato tanto e por tantas coisas que quase fica inviável responder. Vamos dar então uma resposta genérica e simbólica. sou Muito grato a tudo e a todos que em alguma medida viabilizaram que eu estivesse aqui, na minha casa, deitado na minha cama, vendo futebol na minha tv, tomando a minha coca-cola, fumando o meu cigarro e respondendo este questionário no meu notebook aqui, agora.
26- A morte é melhor que ambos. Prefiro ela - sem nenhum drama.
27- Não. Aliás é necessário questioná-la antes, durante e depois (de novo essa) porque ela é dinamica.
28- Não. Nem vai. Nunca. Isso não o diminui.
29- Lembro. Tanto quanto há 5, 10, 15, 20, 25 anos atrás. Quem apanha lembra....
30- O dia que minha irmã nasceu. Você conhece ela?
31- Acho que uns outros meses atrás.
32- Quando eu quiser.
33- Tudo que eu alcancei no caminho.Porque eu teria que querer uma coisa só?
34- Sim e é bom.
35- Porque todas elas são baseadas em falácias.
36- Só do seu próprio ponte de vista e interesse.
37- Ontem.
38- Menos trabalho. Sempre. Por definição trabalho é uma coisa que você faz porque te pagam, se não é voluntariado. Se me pagarem para fazer menos, sobra mais tempo pro meu prazer e esse é a minha prioridade.
39- O de hoje? Não. Mas há dias...
40- A última? Meia hora atras.
41- Ninguém. Provavelmente mandaria e-mails, mensagens, pra alguns eu telefonaria até, mas eu ficaria em casa com minha família (afinal também os conheço)
42- Atraente... já sou... Famoso... já sou um tanto conhecido acho as vezes que até mais do que gostaria... Dez anos é muito tempo e bastante valioso, mas eu negociaria, só que por outras coisas... poder? talvez.. dinheiro? de quanto estamos falando?
43- Nunca vivi uma vida que não fosse plena para poder te responder essa...
44- Nunca. Sempre é bom calcular e ter consciência dos riscos antes de seguir em frente e fazer o que é certo. (de novo uma coisa não exclui a outra).
45- Porque achamos que errar é ruim... e isso é bom, caso contrário não nos esforçaríamos para acertar.
46- Nada
47- Toda noite na hora de dormir e por vezes isso me incomoda.
48- Minha vida, meu pensamento, meu sentimento, meu ponto de vista, meu prazer, minha história, minha conduta, meus princípios minha honra. Sim
49- De ontem algumas coisas. De anteontem de uma coisa. Do dia anterior, de nada... eu não fiz nada no dia anterior.
50- A minha vida, faço eu
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